Categorias
notícia

Justiça climática é o tema de hoje do Espaço Público

O podcast Espaço Público desta terça-feira (2 de dezembro) vai dialogar sobre “Justiça climática, saúde ambiental e humana”.

Estaremos ao vivo, das 20h às 21h, na rádio Bacanga FM 106.3 Mhz.

Nosso entrevistado é Alex Viegas, doutorando em Ecologia Humana e Gestão Socioambiental pela UNEB, mestre em Cultura e Sociedade pela UFMA, graduado em Biologia (IFMA) e Enfermagem (UFMA).

Espaço Público é uma produção da Associação Brasileira de Rádios Comunitárias (Abraço) no Maranhão e vai ao ar pela rádio Bacanga FM, em parceria com a Rede Abraço de emissoras FM, rádios web e Agência Tambor.

Apresentação: Ed Wilson Araújo, Martonio Tavares e Luis Augusto Nascimento.

Operação: Valmarley Pinto

Categorias
notícia

Amazônia pós-COP30 é o tema do podcast Espaço Público

O podcast Espaço Público de terça-feira (25 de nov) vai dialogar sobre a situação da Amazônia: destruição e resistência.

Nosso entrevistado é o professor Sá Marques, graduado em História e Direito, com 40 anos de docência em várias escolas e centros de ensino preparatórios.

Sá Marques fez recentemente uma longa viagem pela Amazônia e vai falar sobre essa experiência, em tempos de COP30.

Espaço Público é uma iniciativa da Associação Brasileira de Rádios Comunitárias (Abraço) no Maranhão e vai ao ar toda terça-feira, das 20h às 21h, na rádio comunitária Bacanga FM, com apoio da Agência Tambor e retransmissão de emissoras FM e web parceiras.

O programa tem apresentação do jornalista Ed Wilson Araújo e do professor Martonio Tavares, com a participação especial de Luis Augusto Nascimento.

A operação é de Valmarley Pinto.

Categorias
notícia

Abraço Maranhão participou de evento internacional sobre rádios comunitárias

A Associação Brasileira de Rádios Comunitárias (Abraço) no Maranhão participou (remotamente) na tarde desta quinta-feira do 6º Congresso Nacional de Rádios Comunitárias, Expressões Latino-Americanas e do Caribe.

O evento estende-se até amanhã, 7 de novembro, de forma híbrida: presencialmente na Cidade do México e online para participantes de diversas emissoras comunitárias da América Latina e Caribe.

A programação do primeiro dia (6/11) teve a participação do jornalista, professor da UFMA e presidente da Associação Brasileira de Rádios Comunitárias (Abraço) no Maranhão, Ed Wilson Araújo, que apresentou um relato sobre a rádio comunitária Bacanga FM (106,3 MHz), de São Luís, com o tema “Comunicação popular e comunitária no território Itaqui-Bacanga”.

O representante maranhense compartilhou a trajetória da emissora, iniciada em 1988 ainda como sistema de som de alto-falante e transformada em FM dez anos depois, em 1998, sendo uma rádio reconhecida por sua atuação histórica na região.

Ed Wilson Araújo mencionou ainda o novo produto da Abraço Maranhão, o podcast Espaço Público, veiculado pela rádio comunitária Bacanga FM para uma rede de emissoras parceiras.

Espaço Público é um programa jornalístico semanal no formato de entrevista. Estreou em 21 de outubro e tem parceria Agência Tambor e das emissoras da Rede Abraço, além de estações web em várias regiões do Brasil. (veja a lista aqui).

O podcast entrevista fontes especializadas em temas como saúde, educação, desenvolvimento sustentável, produção científica, conhecimento popular, mobilidade urbana, mudanças climáticas e novas tecnologias.

Os três primeiros episódios, apresentados nos dias 21 e 28 de outubro e 4 de novembro abordaram respectivamente os temas resíduos sólidos, o rádio expandido para as novas tecnologias e a crise hídrica no Maranhão.

Categorias
notícia

Falta d’água! Reveja o 3º episódio do podcast Espaço Público

Já está disponível aqui o 3º programa Espaço Público. Nesse episódio, abordamos a crise hídrica, a situação das bacias hidrográficas do Maranhão e os fatores positivos e negativos relacionados à preservação e recuperação dos nossos mananciais.

O entrevistado foi Marcos Silva, mestre em Desenvolvimento Socioespacial e Regional pela Universidade Estadual do Maranhão (Uema) e coordenador socioambiental da Caema (Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão)

O podcast Espaço Público é uma realização da Associação Brasileira de Rádios Comunitárias (Abraço) no Maranhão.

Com periodicidade semanal (toda terça-feira, das 20h às 21h), o programa tem parceira da rádio comunitária Bacanga FM, da Agência Tambor e das emissoras da Rede Abraço, além de estações web em várias regiões do Brasil. (veja a lista aqui).

A apresentação é do jornalista Ed Wilson Araújo e do professor de Geografia Martonio Tavares, com a participação especial do diretor da rádio Bacanga FM, Luís Augusto da Silva Nascimento.

A operação é do radialista Valmarley Pinto.

Categorias
notícia

Cadê a água? Podcast Espaço Público aborda a crise hídrica no Maranhão

O podcast Espaço Público, iniciativa da Associação Brasileira de Rádios Comunitárias (Abraço) no Maranhão, aborda hoje (terça-feira), 4 de novembro de 2025), a situação dos recursos hídricos no estado e as emergências climáticas no planeta.

Com periodicidade semanal (toda terça-feira, às 20h), o programa tem parceria da rádio comunitária Bacanga FM, da Agência Tambor e transmissão simultânea de emissoras comunitárias vinculadas à Rede Abraço e de rádios web em vários estados do Brasil.

Você pode acompanhar o Espaço Público ao vivo, das 20h às 21h, no site da Bacanga FM ou no aplicativo radios.com.br

A prosa hoje é a situação da água, dos mananciais e em especial sobre a situação dos rios e dos comitês de bacias hidrográficas do Maranhão.

Afinal, cadê a água do rio Itapecuru? Qual a situação dos outros rios do estado? E os rios da grande ilha de São Luís? Como está o abastecimento de água na sua casa? Por que falta água?

Para falar sobre esses temas, o Espaço Público recebe Marcos Silva, mestre em Desenvolvimento Socioespacial e Regional pela Universidade Estadual do Maranhão (Uema).

A apresentação é do jornalista Ed Wilson Araújo e do professor de Geografia Martonio Tavares, com a participação especial do diretor da rádio Bacanga FM, Luís Augusto da Silva Nascimento. (hoje, excepcionalmente, Ed Wilson Araújo não participa, mas estará de volta na próxima terça-feira).

A operação é do radialista Valmarley Pinto.

Categorias
notícia

Podcast Espaço Público amplia parcerias com rádios comunitárias e web

A segunda edição do podcast Espaço Público vai ao ar hoje conquistando parcerias firmadas de 13 emissoras comunitárias e 18 rádios web.

O programa é uma realização da Associação Brasileira de Rádios Comunitárias (Abraço) no Maranhão, com apoio da rádio comunitária Bacanga FM 106,3 e da Agência Tambor.

Espaço Público tem apresentação do jornalista/professor da UFMA Ed Wilson Araújo e o professor de Geografia Martonio Tavares, com a participação especial de Luis Augusto Nascimento. A operação é de Valmarley Pinto.

O entrevistado de hoje é Ciro Pedroza: radialista, pesquisador e professor da UFRN (Universidade Federal do Rio Grande do Norte). Vamos conversar sobre o rádio e as novas tecnologias, produção de conteúdo, combate a desinformação e o papel do ouvinte.

O programa semanal acontece todas as terças-feiras, das 20h às 21h, debatendo temas relacionados à educação, comunicação, saúde, desenvolvimento sustentável, ciência, sabedoria popular e política.

VEJA ABAIXO A LISTA DE RÁDIOS PARCEIRAS

1 Digital FM (Santa Luzia do Paruá)

2 Caru FM (São João do Caru)

3 Mapari FM (Humberto de Campos)

4 Alcântara FM (Alcântara)

5 Nova Bacabeira FM (Bacabeira)

6 Tarumã FM (Penalva)

7 Cidade FM (Fortaleza dos Nogueiras)

8 Barreirinhas FM (Barreirinhas)

9 Tabocas FM (Barreirinhas)

10 Progresso FM (Igarapé do Meio)

11 Babaçu FM (Cidelândia)

12 Cidade FM (Lageado Novo)

13 Rádio Web Cidade Net (Lageado Novo)

14 Agência Tambor (São Luís)

15 Rádio Web Realidade, a Voz da Comunidade (São Luís)

16 Rádio Web Pedra Rara (Guarulhos-SP)

17 Rádio Web Conexão Reggae (Manaus-AM)

18 Rádio Web Conexão Reggae (Brasília-DF)

19 Rádio Web Reggae Master (Goiânia-GO)

20 Rádio Web Conexão Jamaicana (Imperatriz-MA)

21 Rádio Web Reggae em Movimento (João Pessoa-PB)

22 Rádio Web Melodia (Mossoró-RN)

23 Rádio Web Seliga na Música (Paulo Afonso-BA)

24 Rádio Web Pojuca Roots (Pojuca-BA)

25 Rádio Web Reggae Vibes (Lauro de Freitas-BA)

26 Rádio Web Reggae 10 (São Luís-MA)

27 Rádio Web Portal Roots Reggae (São Luís-MA)

28 Rádio Web Aracauã (Maceió-AL)

29 Rádio Web Visão Nordestina (Aracaju-SE)

30 Rádio Web Jamaica Brasileira (Fortaleza-CE)

31 Rádio Web Zion Web (Senhor do Bomfim-BA)

Categorias
notícia

Podcast Espaço Público estreou com pool de rádios comunitárias

O podcast Espaço Público, produzido pela Associação Brasileira de Rádios Comunitárias (Abraço) no Maranhão, teve o primeiro episódio veiculado nessa terça-feira (21) com a retransmissão ao vivo de dez emissoras comunitárias sediadas em diversas regiões do estado.

A veiculação ocorreu a partir da rádio comunitária Bacanga FM e participaram do pool as emissoras Digital FM (Santa Luzia do Paruá), Caru FM (São João do Caru), Mapari FM (Humberto de Campos), Alcântara FM (Alcântara), Nova Bacabeira FM (Bacabeira), Tarumã FM (Penalva), Cidade FM (Fortaleza dos Nogueiras), Barreirinhas FM e Tabocas FM (Barreirinhas) e Progresso FM (Igarapé do Meio).

Pool é uma expressão utilizada no campo da comunicação que significa a conexão de várias emissoras na produção de um programa e todas transmitem simultaneamente o evento.

O programa de estreia abordou problemas e soluções para os resíduos sólidos, com a participação do engenheiro civil especialista em saneamento ambiental Pedro Aurélio da Silva Carneiro.

A apresentação é do jornalista Ed Wilson Araújo e do professor de Geografia Martonio Tavares, que tem quase 30 anos de docência nas redes pública, privada e cursos preparatórios. Espaço Público tem a participação especial do diretor da rádio Bacanga FM, Luis Augusto da Silva Nascimento, que abriu as portas da emissora para a Abraço Maranhão realizar o programa.

A operação é do radialista Valmarley Pinto e no primeiro episódio os conteúdos para as redes sociais foram produzidos por Isac Pereira. Com periodicidade semanal, Espaço Público está previsto para ir ao ar todas as terças-feiras, das 20h às 21h.

A veiculação da primeira edição do podcast a partir da rádio comunitária Bacanga FM, sediada no bairro Anjo da Guarda, em São Luís, com transmissão simultânea, é um passo importante para a consolidação da rede entre as emissoras comunitárias. A Agência Tambor, parceira da Abraço Maranhão, também apoia a iniciativa.

“Nossa meta é ampliar a participação das rádios FM e somar também com emissoras web, agências de jornalismo alternativo e canais de comunicação interessados em produzir e distribuir conteúdo jornalístico sobre pautas de interesse público nas áreas de educação, saúde, meio ambiente, produção científica, saberes e práticas do meio popular”, avaliou o jornalista e professor da UFMA Ed Wilson Araújo, presidente da Abraço Maranhão.

Categorias
notícia

José Sarney: o falso e o verdadeiro

Jornalistas e historiadores lidam com insumos comuns: os fatos, as informações, os relatos e as interpretações.

Essa matéria prima, trabalhada, elabora os registros que ao longo do tempo viram referência para o conhecimento da realidade.

Se um estudante do Ensino Médio que se prepara para o Enem acessar hoje a maioria dos sites de notícias e postagens (até de respeitadas pessoas públicas nas redes sociais!), vai se deparar com a celebração de uma personagem – José Sarney – associada à redemocratização do Brasil.

A personagem também é retratada como uma referência de virada histórica vinculada aos princípios republicanos e às boas práticas da política.

É quase uma unanimidade, construída com imprecisões históricas, boa vontade, elogios e bajulações descaradas.

Faz sentido dizer que o então vice-presidente José Sarney, em 1985, foi sim o condutor do processo de transição da ditadura para a democracia, no contexto do Colégio Eleitoral, em circunstâncias muito especiais após a morte do presidente Tancredo Neves.

Naquela época, meados dos anos 1980, o Brasil estava dividido em dois campos políticos: o MDB (Movimento Democrático Brasileiro), reunindo a heterogeneidade das forças progressistas em prol da abertura política; e a Arena (Aliança Renovadora Nacional), partido criado pela ditadura militar para abrigar as velhas elites do Brasil escravocrata e corrupto.

O MDB defendia eleições diretas para presidente, um grande movimento popular denominado “Diretas Já!”.

A Arena, obviamente, era contra as eleições diretas.

E onde José Sarney fez carreira na política? Na Arena, reduto de tudo que não prestava do regime militar.

Como já dito, ele chegou à Presidência da República de forma atípica. Era vice-presidente na chapa de Tancredo Neves, que morreu antes de assumir o mandato.

José Sarney tomou posse em 1985 e conduziu a transição democrática.

Não há como negar esse fato consumado nos autos da burocracia do Congresso Nacional.

Mas, uma coisa é esse registro. Outra coisa é anistiar José Sarney das suas vinculações históricas com o campo conservador e a extrema direita remanescente de 20 anos da ditadura militar que ele ajudou a manter.

Isso também está nos autos.

Reitero: não há como negar que houve a transição de um regime de exceção (ditadura) para a retomada do Estado Democrático de Direito. É um fato incontestável, com um detalhe: naquele Colégio Eleitoral de 1985, a chapa Tancredo Neves/José Sarney foi batizada de Nova República, nome pomposo para rebatizar a velha burguesia no poder.

José Sarney costuma dizer que não teve inimigos. É verdade sim! Ele teve amigos, correligionários, parceiros e aliados, todos afinados à multiplicação das injustiças, das desigualdades e da miséria.

Entre os amigos constam alguns que merecem destaque, como registra o importante texto da Agência Tambor:

“O general Leônidas Pires Gonçalves foi Ministro do Exército no governo de José Sarney, entre 1985 e 1990.

Antes disso, entre 1974 e 1977, Leônidas dirigiu o Destacamento de Operações de Informações – Centro de Operações de Defesa Interna (DOI-CODI), no Rio de Janeiro.

Foram agentes desse mesmo DOI-CODI do Rio de Janeiro que, em 1971, sequestraram, torturaram, mataram e deram sumiço ao corpo do engenheiro civil Rubens Paiva, cujo drama foi exposto no filme Ainda Estou Aqui, recentemente premiado no Oscar.

[…]

Ocupando o cargo de Ministro do Exército no governo de José Sarney, em 1985, o general Leônidas divulgou uma nota pública em defesa de Carlos Alberto Brilhante Ustra.

Coronel do Exército, Ustra atuou no DOI-CODI de São Paulo e, a partir de 1985, passou a ocupar cargo no governo de José Sarney, inicialmente como adido militar na embaixada do Uruguai. Lá, foi reconhecido e denunciado como torturador.”

Cabe mencionar também outro relevante amigo de José Sarney: o oligarca da Bahia Antônio Carlos Magalhães (ACM), que foi Ministro das Comunicações e conduziu a chamada farra das concessões de canais de rádio e televisão para os amigos dos amigos do presidente no Congresso Nacional.

O episódio foi um dos grandes escândalos de patrimonialismo e clientelismo do Brasil, usando as concessões públicas para beneficiar grupos privados de comunicação, criando o chamado “coronelismo eletrônico”.

Foram distribuídas 1.091 concessões para emissoras de rádio e TV, parte delas servindo como moeda de troca aos parlamentares que votaram a favor do mandato de cinco anos de presidente para José Sarney.

Inimigo mesmo ele só teve um: o povo. Basta olhar o Maranhão, um pequeno recorte do Brasil, onde a pobreza e a miséria seguem firmes.

Em tempos de desinformação, cabe ao Jornalismo e à História fazerem os devidos registros ajustados aos fatos, nas suas conjunturas, sem perder de vista a estrutura do Brasil colonial e escravocrata.

Diante do crescimento vertiginoso da extrema direita em escala mundial, muitos fazem parte da legião da boa vontade que coloca José Sarney entre os grandes democratas brasileiros.

Por causa de um “inimigo maior”, o bolsonarismo, o campo progressista vai ajustando a narrativa e os arranjos da política para inserir o último coronel do Brasil na galeria da democracia.

São tempos difíceis, mas, em síntese, tem um José Sarney falseado e o verdadeiro. Este último foi amigo do general Leônidas Pires Gonçalves e do coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra.

Vou ficando por aqui ajustando um bordão apropriado para nosso tempo.

Sem anistia para os golpistas.

E sem anistia da História para os parceiros, amigos e correligionários dos golpistas de sempre.

Imagem destacada: José Sarney e o general Leônidas Pires Gonçalves: amigos da ditadura militar. Fonte: Agência Tambor

Categorias
notícia

A expressão “fake news” é um oxímoro

Essa lição aprendi com o professor Marcio Carneiro dos Santos, do Departamento de Comunicação Social da UFMA, e passo adiante.

Rigorosamente, a expressão “fake news” não é adequada e pouco usual entre pesquisadores e professores de Jornalismo.

A explicação é simples. A junção das palavras fake = falso e news = notícia em uma expressão caracteriza um oxímoro, figura de linguagem que combina termos de sentido oposto e se excluem mutuamente.

A produção de uma notícia = news implica em uma série de procedimentos de apuração, checagem das informações, ordenamento lógico, coerência e coesão textuais onde não cabe o falseamento ou a distorção do relato com a intenção de induzir a audiência a erro.

Se a notícia é uma forma de conhecimento da realidade e tem o objetivo de aproximar o público do relato sobre o fato, não faz sentido associar o conceito de notícia = news a fake = falso.

Os dois termos “fake” e “news” se excluem, são incompatíveis, as suas definições são distintas e representam sentidos opostos.

Os professores e pesquisadores de Jornalismo preferem usar a expressão “desinformação” em vez de “fake news”.

Categorias
notícia

Blog do Ed Wilson tem duas reportagens vencedoras do Prêmio de Jornalismo do Ministério Público

Nos anos de 2019 e 2023, o Blog do Ed Wilson teve duas reportagens vencedoras no Prêmio de Jornalismo do Ministério Público do Maranhão, ambas na categoria webjornalismo.

O trabalho de 2019 abordou a violação de sítios arqueológicos em comunidades quilombolas de Bacuri, no litoral ocidental do Maranhão, com imagens de Marizélia Ribeiro.

Veja abaixo o noticiário:

https://agendamaranhao.com.br/2019/12/14/ed-wilson-araujo-vence-premio-de-jornalismo-do-ministerio-publico-do-maranhao/

Já o texto premiado em 2023, cuja entrega ocorreu em 2024, apurou a situação de crise humanitária dos refugiados indígenas venezuelanos da etnia warao, acampados em dois bairros da região metropolitana de São Luís. As imagens são de Adriano Almeida.

Fotógrafo Adriano Almeida e Ed Wilson Araújo

Na edição 2023 também foi vencedora na categoria webjornalismo o trabalho “Seis anos após morte de detento e ações na Justiça, Maranhão não usa mais gaiolões para presos”, de Rafael Cardoso, publicado no G1 Maranhão.

Seguem os links:

https://portalpadrao.ufma.br/site/noticias/professores-e-discentes-de-comunicacao-social-da-ufma-recebem-premio-mpma-de-jornalismo

https://portalpadrao.ufma.br/site/noticias/professores-e-discentes-de-comunicacao-social-da-ufma-recebem-premio-mpma-de-jornalismo