Após o golpe no PT, grupo Sarney apela para Lula

Na iminência de ser derrotada logo no primeiro turno, a candidata Roseana Sarney (MDB) busca colar sua imagem à de Lula (PT), o principal “cabo eleitoral” do Maranhão.

O programa de TV exibido na noite de ontem (1º) insere um depoimento de Lula fazendo declarações de apoio a Roseana. A propaganda recorta o trecho de um discurso em que o petista exalta a lealdade da candidata.

A fala de Lula em elogio à filha de José Sarney é de campanhas passadas, quando o PT e o PMDB eram aliados, nas eleições de 2006, 2010 e 2014. Nesse período, o petista fez várias declarações de apoio a Roseana.

Lula e Sarney: relações cortadas em 2018

Em 2014 o candidato do grupo Sarney ao governo do Maranhão, Edinho Lobão (PMDB), filho do senador Edison Lobão (PMDB), também recebeu apoio de Lula e do PT, oficialmente coligado ao PMDB.

Mas, a partir de 2016, durante o processo do impeachment da presidente Dilma Roussef (PT), liderado pelo PMDB, José Sarney marchou com Eduardo Cunha e Michel Temer, comandando a votação da sua bancada de deputados e senadores para degolar a petista.

Após o impeachment, quando a Lava Jato mirou na prisão de Lula, Sarney também negou solidariedade ao petista, estrangulando as relações entre o PT e o PMDB em 2018. Estão, portanto, rompidos.

Mudança de rumo

Oficialmente, o PT nacional e Lula já declararam apoio ao governador Flávio Dino (PCdoB), candidato à reeleição.

Dino fez vários movimentos liderando politicamente a defesa de Dilma Roussef e de Lula durante todo o processo do impeachment, no curso da prisão do ex-presidente petista e na campanha Lula Livre.

O PCdoB compõe a chapa de Fernando Haddad (PT), com a candidata a vice-presidente Manuela Dávila. Na eleição para o Governo do Maranhão, o PT apoia a reeleição de Flávio Dino.

Antes de ser preso, Lula encerrou a caravana pelo Nordeste em um ato público na porta do Palácio dos Leões, ao lado do governador Flávio Dino. Estava selada, naquele momento, a aliança entre o PT e o PCdoB.

Roseana Sarney, ao exibir a declaração de Lula sobre lealdade, tenta uma reaproximação artificial e tardia, em tom de desespero.

Carta de Lula deflagra a campanha de Haddad e Manuela

No texto, Lula denuncia a perseguição política que impede a sua candidatura a presidente e convida a militância para engajar na campanha: “Nós já somos milhões de Lulas e, de hoje em diante, Fernando Haddad será Lula para milhões de brasileiros”

CARTA AO POVO BRASILEIRO

Luiz Inácio Lula da Silva, 11 de setembro de 2018

Vocês já devem saber que os tribunais proibiram minha candidatura a presidente da República. Na verdade, proibiram o povo brasileiro de votar livremente para mudar a triste realidade do país.

Nunca aceitei a injustiça nem vou aceitar. Há mais de 40 anos ando junto com o povo, defendendo a igualdade e a transformação do Brasil num país melhor e mais justo. E foi andando pelo nosso país que vi de perto o sofrimento queimando na alma e a esperança brilhando de novo nos olhos da nossa gente. Vi a indignação com as coisas muito erradas que estão acontecendo e a vontade de melhorar de vida outra vez.

Foi para corrigir tantos erros e renovar a esperança no futuro que decidi ser candidato a presidente. E apesar das mentiras e da perseguição, o povo nos abraçou nas ruas e nos levou à liderança disparada em todas as pesquisas.

Há mais de cinco meses estou preso injustamente. Não cometi nenhum crime e fui condenado pela imprensa muito antes de ser julgado. Continuo desafiando os procuradores da Lava Jato, o juiz Sérgio Moro e o TRF-4 a apresentarem uma única prova contra mim, pois não se pode condenar ninguém por crimes que não praticou, por dinheiro que não desviou, por atos indeterminados.

Minha condenação é uma farsa judicial, uma vingança política, sempre usando medidas de exceção contra mim. Eles não querem prender e interditar apenas o cidadão Luiz Inácio Lula da Silva. Querem prender e interditar o projeto de Brasil que a maioria aprovou em quatro eleições consecutivas, e que só foi interrompido por um golpe contra uma presidenta legitimamente eleita, que não cometeu crime de responsabilidade, jogando o país no caos.

Vocês me conhecem e sabem que eu jamais desistiria de lutar. Perdi minha companheira Marisa, amargurada com tudo o que aconteceu a nossa família, mas não desisti, até em homenagem a sua memória. Enfrentei as acusações com base na lei e no direito. Denunciei as mentiras e os abusos de autoridade em todos os tribunais, inclusive no Comitê de Direitos Humanos da ONU, que reconheceu meu direito de ser candidato.

A comunidade jurídica, dentro e fora do país, indignou-se com as aberrações cometidas por Sergio Moro e pelo Tribunal de Porto Alegre. Lideranças de todo o mundo denunciaram o atentado à democracia em que meu processo se transformou. A imprensa internacional mostrou ao mundo o que a Globo tentou esconder.

E mesmo assim os tribunais brasileiros me negaram o direito que é garantido pela Constituição a qualquer cidadão, desde que não se chame Luiz Inácio Lula da Silva. Negaram a decisão da ONU, desrespeitando do Pacto Internacional dos Direitos Civis e Políticos que o Brasil assinou soberanamente.

Por ação, omissão e protelação, o Judiciário brasileiro privou o país de um processo eleitoral com a presença de todas as forças políticas. Cassaram o direito do povo de votar livremente. Agora querem me proibir de falar ao povo e até de aparecer na televisão. Me censuram, como na época da ditadura.

Talvez nada disso tivesse acontecido se eu não liderasse todas as pesquisas de intenção de votos. Talvez eu não estivesse preso se aceitasse abrir mão da minha candidatura. Mas eu jamais trocaria a minha dignidade pela minha liberdade, pelo compromisso que tenho com o povo brasileiro.

Fui incluído artificialmente na Lei da Ficha Limpa para ser arbitrariamente arrancado da disputa eleitoral, mas não deixarei que façam disto pretexto para aprisionar o futuro do Brasil.

É diante dessas circunstâncias que tenho de tomar uma decisão, no prazo que foi imposto de forma arbitrária. Estou indicando ao PT e à Coligação “O Povo Feliz de Novo” a substituição da minha candidatura pela do companheiro Fernando Haddad, que até este momento desempenhou com extrema lealdade a posição de candidato a vice-presidente.

Fernando Haddad, ministro da Educação em meu governo, foi responsável por uma das mais importantes transformações em nosso país. Juntos, abrimos as portas da Universidade para quase 4 milhões de alunos de escolas públicas, negros, indígenas, filhos de trabalhadores que nunca tiveram antes esta oportunidade. Juntos criamos o Prouni, o novo Fies, as cotas, o Fundeb, o Enem, o Plano Nacional de Educação, o Pronatec e fizemos quatro vezes mais escolas técnicas do que fizeram antes em cem anos. Criamos o futuro.

Haddad é o coordenador do nosso Plano de Governo para tirar o país da crise, recebendo contribuições de milhares de pessoas e discutindo cada ponto comigo. Ele será meu representante nessa batalha para retomarmos o rumo do desenvolvimento e da justiça social.

Se querem calar nossa voz e derrotar nosso projeto para o País, estão muito enganados. Nós continuamos vivos, no coração e na memória do povo. E o nosso nome agora é Haddad.

Ao lado dele, como candidata a vice-presidente, teremos a companheira Manuela D’Ávila, confirmando nossa aliança histórica com o PCdoB, e que também conta com outras forças, como o PROS, setores do PSB, lideranças de outros partidos e, principalmente, com os movimentos sociais, trabalhadores da cidade e do campo, expoentes das forças democráticas e populares.

A nossa lealdade, minha, do Haddad e da Manuela, é com o povo em primeiro lugar. É com os sonhos de quem quer viver outra vez num país em que todos tenham comida na mesa, em que haja emprego, salário digno e proteção da lei para quem trabalha; em que as crianças tenham escola e os jovens tenham futuro; em que as famílias possam comprar o carro, a casa e continuar sonhando e realizando cada vez mais. Um país em que todos tenham oportunidades e ninguém tenha privilégios.

Eu sei que um dia a verdadeira Justiça será feita e será reconhecida minha inocência. E nesse dia eu estarei junto com o Haddad para fazer o governo do povo e da esperança. Nós todos estaremos lá, juntos, para fazer o Brasil feliz de novo.

Quero agradecer a solidariedade dos que me enviam mensagens e cartas, fazem orações e atos públicos pela minha liberdade, que protestam no mundo inteiro contra a perseguição e pela democracia, e especialmente aos que me acompanham diariamente na vigília em frente ao lugar onde estou.

Um homem pode ser injustamente preso, mas as suas ideias, não. Nenhum opressor pode ser maior que o povo. Por isso, nossas ideias vão chegar a todo mundo pela voz do povo, mais alta e mais forte que as mentiras da Globo.

Por isso, quero pedir, de coração, a todos que votariam em mim, que votem no companheiro Fernando Haddad para Presidente da República. E peço que votem nos nossos candidatos a governador, deputado e senador para construirmos um país mais democrático, com soberania, sem a privatização das empresas públicas, com mais justiça social, mais educação, cultura, ciência e tecnologia, com mais segurança, moradia e saúde, com mais emprego, salário digno e reforma agrária.

Nós já somos milhões de Lulas e, de hoje em diante, Fernando Haddad será Lula para milhões de brasileiros.

Até breve, meus amigos e minhas amigas. Até a vitória!

Um abraço do companheiro de sempre,

Luiz Inácio Lula da Silva

Desespero na TV: Geraldo Alckmin mira em Bolsonaro

O golpe parlamentar-jurídico-midiático que derrubou a presidente Dilma Roussef (PT) não deu certo no todo, só em parte.

Lula está preso, mas lidera as pesquisas.

O PT, com suas qualidades e defeitos, continua vivo.

Os artífices do golpe planejaram a exterminação do petismo e colocaram o PMDB, liderado por Eduardo Cunha, para fazer o “trabalho sujo” encaminhando o impeachment.

A ideia dos golpistas era “limpar o terreno” para que o príncipe da elite paulistana, a serviço das corporações do capitalismo internacional, subisse no palco de 2018 como o salvador da pátria.

Esse príncipe, Geraldo Alckmin, patina em todas as pesquisas. E os tucanos, com a maior coligação e tempo de TV, além da fortuna de campanha, buscam uma luz no fim do túnel.

A única saída para Geraldo Alckmin é a polarização com Bolsonaro, na tentativa de criar uma antítese àquele que ameaça ir ao segundo turno contra o candidato de Lula – Fernando Hadad (PT).

Na campanha da TV, a propaganda de Geraldo Alckmin é explicita nesse intento de ser o antípoda de Bolsonaro – “não é na bala que se resolve”.

Em contraponto, faz o discurso apelando ao equilíbrio, o bom senso, a razão e o coração.

O primeiro filme da campanha tucana, belo e organizado, busca construir um conceito de Geraldo Alckmin vinculado à ideia de pacificador e aglutinador.

O apelo à paz e o repúdio ao ódio constroem a narrativa desesperada dos tucanos, eles próprios protagonistas do ódio ao PT, na campanha organizada e sistematicamente veiculada nos meios de comunicação, no curso da estratégia de desmonte da democracia, da esquerda e da política que resultou no golpe.

Ficam claras, portanto, as digitais dos estrategistas tucanos na tentativa exasperada de polarizar Alckmin x Bolsonaro.

Os marqueteiros tucanos sabem que não adianta refutar o discurso de ódio usando as mesmas armas.

Eles perceberam que o estilo agressivo de Ciro Gomes (PDT), tentando ser na verborragia a antítese de Bolsonaro, não funciona.

No fundo, os tucanos tentam fazer de Geraldo Alckmin uma especie de candidato paz e amor, mas sem a popularidade de Lula e o cheiro de povo.

Há milagres que nem a TV opera. O filme do tucano até começa bem, com o discurso pacificador de uma atriz negra, cabelo black power, tentando construir uma identidade que não existe na figura do senhor de engenho Geraldo Alckmin.

Marqueteiros constroem mitos e heróis, mas falta para o candidato tucano algo que até Bolsonaro tem – o mínimo de liga com o povo.

Imagem: Nelson Almeida AFP 17 agosto 2018

Bernardo Kucinski será homenageado com Prêmio Especial Vladimir Herzog 2018

Fonte: Site da Abraji / Foto: Carolina Ribeiro

A comissão organizadora do 40º Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos divulgou que o jornalista e escritor Bernardo Kucinski será o homenageado deste ano com o Prêmio Especial Vladimir Herzog.

Kucinski construiu uma trajetória importante como jornalista e professor universitário. Trabalhou em grandes veículos como Veja, BBC de Londres e The Guardian. Nos anos 1970, atuou nos semanários alternativos “Movimento” e “Em Tempo”. Fez carreira docente no Departamento de Jornalismo e Editoração da Escola de Comunicações e Artes da USP e foi assessor especial da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República no primeiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva.

Considerado entre as mais significativas distinções jornalísticas do país, o Prêmio Vladimir Herzog reconhece trabalhos que valorizam a Democracia e os Direitos Humanos. Em 2018, foram 607 produções inscritas que já estão em avaliação em seis categorias: Artes (ilustrações, charges, cartuns, caricaturas e quadrinhos), Fotografia, Produção jornalística em texto, Produção jornalística em vídeo, Produção jornalística em áudio e Produção jornalística em multimídia.

A escolha dos vencedores será em sessão pública, com transmissão ao vivo pela internet, dia 11 de outubro de 2018, na Sala Tiradentes da Câmara Municipal de São Paulo. Neste ano, foi instituído em caráter experimental o Voto Popular – uma etapa totalmente independente e aberta ao público entre os dias 1 e 10 de outubro para avaliar as produções finalistas e cujo resultado antecede o Júri de Premiação. O Voto Popular premiará apenas uma única produção – a mais votada pelo público, independentemente de categorias de inscrição – com o troféu símbolo do Prêmio, criado pelo artista plástico Elifas Andreato.

O 40º Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos é promovido e organizado pelas seguintes instituições: Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo; Federação Nacional dos Jornalistas – FENAJ; Comissão Justiça e Paz da Arquidiocese de São Paulo; Conectas Direitos Humanos; Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo – ABRAJI; Centro de Informação das Nações Unidas no Brasil – UNIC Rio; Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo – ECA/USP; Sociedade Brasileira dos Estudos Interdisciplinares da Comunicação – Intercom; Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil – OAB Nacional; Ordem dos Advogados do Brasil – Secção São Paulo, coletivo Periferia em Movimento, Ouvidoria da Polícia do Estado de São Paulo e Instituto Vladimir Herzog.

Calendário

40º Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos

Júri de 1ª etapa: 7 de agosto a 23 de setembro, via sistema

Voto popular:  1º a 10 de outubro, via sistema

Júri de 2ª etapa e divulgação dos vencedores: 11 de outubro, quinta-feira, em sessão pública de julgamento na Câmara Municipal de São Paulo / Sala Tiradentes e transmissão ao vivo pela internet, das 10h às 14h, em http://www.camara.sp.gov.br/transparencia/auditorios-online/

Roda de Conversa com os Ganhadores: 25 de outubro, quinta-feira, das 14h às 18h

Solenidade de premiação: 25 de outubro, quinta-feira, 20h

Local: Tucarena – Rua Monte Alegre, 1024, Perdizes, São Paulo

Mais informações em www.premiovladimirherzog.org

Lula abandona Sarney no Maranhão

A passagem de Fernando Hadad (PT) em São Luís sepultou qualquer indício de que Lula possa declarar apoio a Roseana Sarney (PMDB) na eleição para o governo.

Lula é o maior cabo eleitoral do Maranhão, onde sempre obteve votações acima da média nacional. O apoio dele a Roseana Sarney em 2006 e 2010 foi decisivo para o prolongamento da oligarquia.

Mas, em 2018 será diferente. Preso e liderando as pesquisas, Lula acertou com a direção nacional do PT o apoio a Flávio Dino (PCdoB), atual governador e candidato à releição.

Dino já vinha costurando a aliança com o PT desde o impeachment da presidente Dilma Roussef, quando se posicionou com ênfase em defesa do mandato da petista.

A caravana de Lula pelo Nordeste, encerrada em São Luís, foi uma etapa importante da costura política feita por Flávio Dino para “amarrar” o apoio de Lula.

Além disso, caso o pedido de registro da candidatura de Lula seja derrotado em todas as instâncias, a chapa será formada por Fernando Hadad e a vice será Manuela Dávila (PCdoB).

Ambos estiveram em São Luís nesta sexta-feira (24) e selaram definitivamente o apoio à reeleição do governador comunista.

E não teriam feito esse gesto sem a ordem de Lula.

Nesse cenário, a candidatura de Roseana Sarney, que tinha esperança de uma guinada de Lula em direção ao PMDB, está cada dia mais fragilizada.

Tudo indica uma vitória de Flávio Dino no primeiro turno.

Imagem capturada neste site

Luiz Henrique inaugura comitê central com lideranças de todo o Maranhão

O candidato a deputado estadual pelo PT, jornalista Luiz Henrique, realizou nessa sexta-feira (24) mais um importante ato político com a demonstração de força na campanha rumo à Assembleia Legislativa.

Nauro, liderança sindical dos ECTistas, a coordenadora Rose Frazão e Ednar, vice-prefeito de São Roberto.

Lideranças petistas e apoiadores dos mais diversos movimentos sociais de todo o Maranhão vieram a São Luís participar do ato de inauguração do comitê central, localizado na avenida Kennedy, próximo ao colégio Gonçalves Dias.

Antonio Erismar, coordenador da pré-Amazônia, o vereador de Alcântara João Ricardo e Luiz Henrique

“Esse local tem muita identidade comigo, porque eu nasci na rua Basson, no Apeadouro, onde estão as minhas raízes e foi neste bairro que tudo começou. Portanto, temos um simbolismo e estamos muito felizes de receber todos vocês aqui”, declarou Henrique.

Força em São Luís e nas regionais

Luiz Henrique prestigiado pelo candidato a deputado federal Raimundo Pereira

Coordenadores regionais da campanha participaram do ato de inauguração do comitê central, que inicia uma nova etapa da jornada 13013 em São Luís. A mobilização também terá grupos de apoio nos bairros em dezenas de áreas na região metropolitana onde pré-campanha formou grupos de apoiadores e vão atuar em sintonia com as atividades do comitê central.

No seu discurso, Luiz Henrique agradeceu o apoio a a disponibilidade dos apoiadores, parceiros e amigos que compareceram para prestigiá-lo. O candidato fez menção especial a Lula. “Vamos manter a teimosia com Lula até o final. Ele é o nosso candidato do coração e vamos votar no 13, com Fernando Hadad liderando a chapa, até a vitória”, registrou.

Candidato a senador pelo PSOL, Saulo Pinto, demonstrou solidariedade às candidaturas de esquerda e Lula Livre

Juntamente com Fernando Hadad, Luiz Henrique reiterou o apoio e empenho na campanha pela reeleição do governador Flávio Dino (PCdoB), reconhecendo os programas sociais e de infraestrutura implantados no Maranhão nos últimos quatro anos, superiores aos quase 50 anos de mando da oligarquia Sarney. “A principal ‘obra’ de Flávio Dino é transformar o Maranhão em um estado sem dono, sem uma família mandando”, disse Luiz Henrique.

Apoiadores de todas as regiões do Maranhão participaram da inauguração do comitê 13013

O candidato a deputado federal e presidente licenciado do Sindsep Raimundo Pereira (PT) e o candidato a senador pelo PSOL, Saulo Pinto, participaram do evento e reforçaram a defesa de Lula como símbolo da luta contra o golpe que derrubou a presidenta Dilma Roussef (PT).

No Centro Histórico, Luiz Henrique saúda a militância 13013

Após a inauguração do comitê central, os apoiadores de Luiz Henrique saíram em carreata pelo bairro Apeadouro, começando pela rua Basson, depois Raimundo Corrêa, avenida Getúlio Vargas, bairro Bom Milagre, novamente avenida Kennedy até o Reviver/Praia Grande, onde a militância participou do comício com Fernando Hadad, candidato a vice-presidente na chapa de Lula.

A força da candidatura do PTista Luiz HENRIQUE Lula da Silva a deputado estadual

O PT do Maranhão está com boas chances de eleger dois deputados estaduais, ou até três. Entre os principais candidatos está o jornalista e secretário de Formação do PT Luiz Henrique Lula da Silva.

Com longa militância dentro e fora do PT, Luiz Henrique fez um amplo trabalho de mobilização ao longo de toda a pré-campanha, reunindo apoiadores nas áreas urbanas e rurais em todo o Maranhão.

“São muitas reuniões, plenárias, encontros, debates e dedos de prosa para construir uma candidatura coletiva, solidária, formada a partir da base, com a militância na veia. Nossa candidatura é um projeto coletivo, fruto da nossa militância que iniciou ainda na juventude, na rua Basson, no bairro Apeadouro, em São Luís”, detalhou Silva.

Luiz Henrique: compromisso e confiança

Nos eventos já realizados, colhendo sugestões dos apoiadores, o candidato montou os eixos da campanha que vão direcionar a atuação parlamentar, com foco em direitos humanos e democracia, juventudes, reforma agrária e defesa das comunidades tradicionais (quilombolas, indígenas e quebradeiras de coco) e desenvolvimento sustentável.

A plataforma do candidato tem especial atenção à defesa dos direitos e segurança das mulheres. “Diante do alto índice de violência e feminicídio, nosso mandato terá como uma das principais atuações a participação das mulheres nos debates e decisões fundamentais sobre políticas públicas de inclusão e proteção”, acentuou Luiz Henrique.

O núcleo de apoio no setor juventudes teve um evento próprio, denominado “Dizaê”, que reuniu dezenas de lideranças estudantis, quilombolas, assentados e militantes jovens de coletivos urbanos. O “Dizaê” apresentou uma carta-programa ao candidato, contendo as principais reivindicações das juventudes para compor os eixos da campanha.

Dizaê: juventude na vibe 13013

A democratização da comunicação é outro eixo presente não só na campanha, mas ao longo da militância de Luiz Henrique como um dos fundadores e presidente da Associação Brasileira de Rádios Comunitárias (Abraço) no Maranhão. “Nosso mandato será um esteio para o movimento de rádios comunitárias e estaremos na Assembleia Legislativa de portas abertas para defender as emissoras e o direito à comunicação livre, democrática e popular”, destacou.

Lula e Flávio Dino

Históricos: Luiz Henrique e João da Eletrônica
Luiz Henrique: PT pra toda a vida

Luiz Henrique adotou o sobrenome “Lula da Silva” pela identidade e defesa do legado dos dois governos do PT na Presidência da República e sobretudo pelo direito de Lula ser candidato, tese defendida pelo candidato em todas as suas agendas de campanha, dentro e fora do PT. “Nas minhas viagens pelo Maranhão é muito visível o desejo da população de votar em Lula e renovar o mandato do governador Flavio Dino. Esses dois projetos somam na nossa campanha e vamos vencer”, reforçou o candidato.

Para Luiz Henrique, é necessário alinhar as candidaturas no plano nacional e estadual, com o objetivo de fortalecer a aliança do campo democrático-popular. Caso Lula seja vetado, a chapa à Presidência da República será formada pelo PT e PCdoB, Fernando Hadad e Manuela Dávila.

Luiz Henrique na posse do governador Flávio Dino e em defesa da reeleição em 2018

“Vejo na reeleição de Flávio Dino a oportunidade para ampliar as mudanças que já estão sendo realizadas no Maranhão. Daí a importância de eleger deputados que possam atuar de forma propositiva junto ao governador. Eu me coloco nessa perspectiva de ser um representante dos movimentos sociais na Assembleia Legislativa”, sustentou Luiz Henrique, que foi um dos coordenadores da campanha de Flávio Dino, ainda na disputa eleitoral pela Prefeitura de São Luís, em 2008.

Com o bordão “compromisso e confiança”, Luiz Henrique se apresenta oficialmente candidato com o número 13013. Veja abaixo a biografia e o manifesto do candidato.

Biografia

Luiz HENRIQUE Lula da Silva é maranhense de São Luís. Suas raízes estão na rua Basson, no bairro Apeadouro. Lá ele cresceu, estudou e fez amigos. Seu primeiro emprego foi como office boy na Phocus Publicidade.

Iniciou sua militância na igreja, em grupos de jovens e no teatro. Participou do movimento estudantil e esteve presente na Greve de 1979, que conquistou o direito à meia passagem para os estudantes de São Luís.

Bons princípios semeados na união da família

Da Basson, ganhou o mundo. Ainda jovem partiu para Pedreiras, onde trabalhou como gerente comercial e posteriormente se constituiu médio empresário. Viveu 18 anos em Pedreiras e foi candidato a prefeito pelo PT, em 1996, ajudando a eleger o primeiro vereador petista naquela cidade.

Luiz Henrique no rio Mearim, em Pedreiras, cidade onde viveu 18 anos

A militância dentro e fora do PT é uma constante na vida de Luiz HENRIQUE Lula da Silva. Ele foi presidente da Associação Brasileira de Rádios Comunitárias (Abraço) no Maranhão, entidade que ajudou a criar, em 1998, juntamente com a rádio comunitária Carcará FM, de Pedreiras. Luiz HENRIQUE Lula da Silva também é um dos criadores da Apoesp (Associação de Poetas e Escritores de Pedreiras), entidade que reuniu artistas e boêmios na terra de João do Vale.

Na área profissional, Luiz HENRIQUE Lula da Silva trabalhou em duas agências de publicidade e formou-se em Jornalismo. Durante o segundo governo Lula, foi gestor substituto da Delegacia de Desenvolvimento Agrário do Maranhão. No governo Jackson Lago, foi Secretário de Estado Adjunto de Cidades. É também fundador do Instituto Foco Cidadania, com atuação na habitação popular.

Luiz Henrique com a presidenta Dilma Roussef

Em 2008, coordenou a campanha de Flávio Dino para prefeito de São Luís e chefiou os gabinetes dos deputados federais Washington Luiz e Zé Carlos, ambos do PT. Atualmente, Luiz HENRIQUE Lula da Silva é Secretário de Formação do PT-MA.

A maior parte da sua vida é dedicada à organização do povo, à construção do PT e aos ideais que levaram LULA a mudar o Brasil.

Luiz Henrique com o saudoso governador Jackson Lago, tomando posse na Secretaria de Cidades

Movido por ideais, companheiro de tantas lutas, solidário, dedicado às causas populares, Luiz HENRIQUE Lula da Silva é homem de COMPROMISSO e CONFIANÇA e levará para a Assembleia Legislativa um projeto coletivo de parlamento.

Como tantos outros brasileiros que lutaram arduamente e conquistaram vitórias, Luiz HENRIQUE é um SILVA.

Luiz HENRIQUE Lula da Silva é um dos principais incentivadores da criação dos comitês populares LULA LIVRE e convida você a somar forças em 2018 para conquistar um mandato na Assembleia Legislativa, fazer juntos a vitória de Lula/Hadad e reeleger Flávio Dino 65 governador do Maranhão.

Manifesto 13013

Luiz Henrique Lula da Silva deputado estadual: uma candidatura raiz, partidária e coletiva

“Fé na vida, fé no homem, fé no que virá” (Gonzaguinha)

Esse manifesto é uma convocação da nossa militância para os grandes desafios de 2018: eleger Lula/Hadad presidente, renovar o mandato do governador Flávio Dino (PCdoB) e garantir uma expressiva e qualificada bancada de deputados federais e estaduais.

E a nossa tarefa eleitoral passa necessariamente pela eleição de LUIZ HENRIQUE LULA DA SILVA DEPUTADO ESTADUAL.

Time da coordenação 13013: compromisso e confiança

A conquista deste mandato é o desejo coletivo de milhares de pessoas, de todas as cores e gerações, reunindo mulheres, homens e juventude em torno de ideias, projetos e sonhos.

Para chegar até aqui fizemos uma longa caminhada. Percorremos mais de 100 municípios, reunindo assentamentos, sindicatos, diretórios do PT, associações, bairros, vilas, ruas e nas casas das pessoas. Por todos esses lugares semeamos esperança,  colhemos sugestões e dialogamos sobre ações reais para seguir mudando o Maranhão, desta vez na Assembleia Legislativa.

Apoiadores de Luiz Henrique no Encontro do PT

Somos muitos e estamos determinados a construir um mandato com a cara do PT, enraizado na nossa militância, nos movimentos sociais, na força que vem da juventude e do povo organizado, das mulheres e homens trabalhadores urbanos e rurais, indígenas, quilombolas e quebradeiras de coco.

Fruto de um grande movimento coletivo que a cada dia ganha mais força no Maranhão, apresentamos aqui as nossas motivações e bandeiras de luta, as razões de um mandato partidário, coletivo e popular.

Apoio dos movimentos sociais é forte na campanha

LUIZ HENRIQUE LULA DA SILVA é candidato a Deputado Estadual para denunciar o governo ilegítimo de Michel Temer, bem como a tentativa de eleger seus sucessores (PSDB, MDB e aliados) e as medidas golpistas contra o povo brasileiro. Esta candidatura visa combater a farsa jurídica da prisão de LULA sem prova; a escalada de violência e criminalização dos movimentos sociais; os assassinatos de lideranças políticas no campo e na cidade; e o extermínio da juventude negra e pobre na periferia, onde a vereadora Marielle Franco é apenas o caso mais visível.

LUIZ HENRIQUE LULA DA SILVA é candidato para defender a Petrobras como empresa estratégica do Brasil e preço justo para o gás de cozinha, a gasolina, o álcool e o diesel, atendendo as necessidades da maioria da população.

LUIZ HENRIQUE LULA DA SILVA é candidato para defender mais investimento do dinheiro público nos programas sociais, nas obras de infraestrutura e na indústria, para retomar a geração de emprego e renda.  

Luiz Henrique com trabalhadores rurais

LUIZ HENRIQUE LULA DA SILVA é candidato para defender a DEMOCRACIA, a volta de LULA a Presidência da República, o legado e a retomada dos programas Luz para Todos, Minha Casa Minha Vida, Bolsa Família, PROUNI, aumento do crédito para agricultura familiar, aumento real do salário mínimo, dentre outros. Portanto, é candidato para, junto com Lula, construir o Brasil feliz de novo.

LUIZ HENRIQUE LULA DA SILVA é candidato para participar das mudanças implementadas pelo governo FLAVIO DINO, atuando na Assembleia Legislativa de forma propositiva para o Maranhão seguir mudando como estado sem dono, democrático, ampliando os programas Escola Digna, Sim, eu Posso!, Mais Asfalto, Mais IDH, IEMA e outas ações transformadoras.

Luiz Henrique e Lula: uma só voz

LUIZ HENRIQUE LULA DA SILVA é candidato para fortalecer o PT, ampliando sua inserção nos movimentos sociais e municípios, valorizando as lideranças locais, vereadores e a militância do partido.

LUIZ HENRIQUE é candidato para defender a democratização da comunicação, a agricultura familiar, as mulheres, os negros, quilombolas, os indígenas, a diversidade sexual e religiosa, as pessoas com deficiência e o desenvolvimento com respeito ao meio ambiente.

Agora é o momento de avançar e consolidar cada voto, apoio e parceria. Estamos juntos, irmanados em duas palavras que traduzem o sentimento construído ao longo de toda a sua militância e reafirmadas na pré-campanha: LUIZ HENRIQUE LULA DA SILVA É COMPROMISSO E CONFIANÇA.

PT nacional adia decisão sobre coligações no Maranhão e mais 7 estados

O Encontro de Tática Eleitoral do PT no Maranhão seria realizado em 27 de julho, véspera da convenção que vai homologar a chapa liderada pelo governador Flávio Dino (PCdoB), mas foi adiado para 2 de agosto.

A postergação ocorre para acertar a negociação nacional entre o PT, o PCdoB e o PSB em torno da candidatura presidencial petista. A mudança de data visa mexer no tabuleiro e pressionar os comunistas e os socialistas a desistirem do apoio ao presidenciável Ciro Gomes (PDT).

Segundo a nota da Comissão Executiva Nacional do PT, a negociação nacional pode afetar os acertos nos estados, mudando as alianças locais.

O PT vai lutar até o fim para registrar o nome de Lula na disputa presidencial e quer a adesão do PCdoB e PSB à candidatura petista, mesmo que Lula seja trocado por outro candidato durante a campanha.

Apesar do adiamento do Encontro de Tática Eleitoral, no Maranhão a maioria do PT defende aliança com o governador Flávio Dino e a hipótese de candidatura própria está descartada.

Veja abaixo a resolução da Executiva Nacional do PT.

Resolução sobre Adiamento dos Encontros Estaduais dos Estados do Amazonas, Amapá, Maranhão, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Tocantins e Rondônia,

Considerando que o processo de negociação com PSB e PCdoB quanto ao apoio formal à candidatura do PT à Presidência da República ainda está em andamento, sem perspectivas de conclusão no curto prazo;

Considerando que os Encontros Estaduais que podem ser afetados por esta negociação devem ser realizados após a conclusão da mesma;

A Comissão Executiva Nacional do PT decide:

Os Encontros Estaduais de Tática Eleitoral e Definição de Candidaturas do PT nos Estados do Amazonas, Amapá, Maranhão, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Tocantins e Rondônia, ficam transferidos para o dia 02/08/2018.

São Paulo, 20 de julho de 2018.

Comissão Executiva Nacional do PT

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Grupo Sarney tenta recomposição com Lula após traição no impeachment de Dilma Roussef

Eleitor mais importante do Maranhão, onde sempre teve votações recorde, Lula voltou a ser cortejado pela eventual candidata ao governo, Roseana Sarney (PMDB), em oposição ao governador Flávio Dino (PCdoB). Ela declarou em uma rede social que está “com Lula” e manifestou apoio à campanha “Lula Livre”.

A corte de Roseana a Lula foi repudiada pelos petistas “raiz” no Maranhão, aqueles que se recusaram a apoiar a aliança entre o PT e o PMDB nas eleições de 2010 e 2014.

No fundo, a tentativa de reaproximação com Lula é um misto de oportunismo e desespero explícito do grupo liderado por José Sarney. A chance de Lula apoiar Roseana no Maranhão é quase zero.

Não é que Lula não queira. Ele até nutre profunda simpatia e preferência por José Sarney. A dificuldade da aliança PT/Sarney em 2018 no Maranhão é o cenário nacional, visto que os petistas e o PMDB estão em atrito desde o golpe que levou Michel Temer à presidência.

A aliança Roseana/Lula também está inviabilizada devido ao posicionamento da bancada federal do Maranhão no impeachment de Dilma Roussef (PT), quando os deputados e senadores sob influência de José Sarney votaram a favor da degola petista.

O PT nacional não perdoa essa traição, considerando que nos governos petistas José Sarney foi um dos principais beneficiários, em detrimento de aliados históricos da chamada esquerda.

Lula, sendo candidato, vai declarar apoio à reeleição do governador Flávio Dino (PCdoB). Impossível não fazê-lo, visto que o comunista foi o principal “advogado” de Dilma Roussef durante o impeachment e segue militando na defesa de Lula Livre.

A relação nacional entre o PT e o PCdoB chegou a ser abalada quando Flávio Dino sinalizou apoio ao presidenciável Ciro Gomes (PDT), fato considerado uma heresia pelos petistas, que não admitem abrir mão da candidatura de Lula.

Depois, Flávio Dino e o PT contornaram a crise e tudo parece caminhar para um acerto entre os comandos petista e comunista no circuito nacional, onde tudo é decidido.

Assim, tudo conspira para uma dobrada Lula/Dino em 2018 no Maranhão.

Roseana Sarney, percebendo as pesquisas que colocam Lula na liderança, tenta uma reaproximação muito difícil de ser concretizada.

Fora da máquina do Governo do Estado, onde sempre ganhou eleições com certa facilidade, o grupo Sarney ainda não tem a candidatura de Roseana consolidada.

Ela, nesta etapa da pré-campanha, é uma dúvida.

Imagem: Em 2010, Washington Oliveira, Roseana Sarney e Raimundo Monteiro selaram a aliança entre o PT e Jose Sarney no Maranhão

Luiz Henrique vai consolidando a pré-candidatura nas regiões Tocantina e sul do Maranhão

O jornalista, secretário de Formação do PT e pré-candidato a deputado estadual pelo PT, Luiz Henrique, segue mobilizando apoiadores em todo o Maranhão. Esta semana ele percorre vários municípios do sul do estado, nas bases petistas e dos movimentos sociais.

A mobilização no sul do Maranhão ocorreu após o ato de pré-lançamento da candidatura, em Imperatriz, domingo (17), que reuniu militantes e lideranças políticas de pelo menos 14 municípios das regiões tocantina, amazônica e sul maranhense. 

O evento em Imperatriz contou com a presença do pré-candidato a senador pelo PT Marcio Jardim; do pré-candidato a deputado federal Raimundo Pereira; do MST, através dos coordenadores Jonas e Anildo; de vários militantes da juventude e simpatizantes do projeto coletivo de ampliar a bancada do PT na Assembleia Legislativa. Durante o ato político foram lançados 14 comitês #LulaLivre, que posteriormente serão transformados em bases da campanha de Lula à Presidência da República.

Durante o pré-lançamento da candidatura em Imperatriz, Luiz Henrique manifestou entusiasmo e pé no chão para enfrentar a futura campanha, que será construída com o apoio de expressivas lideranças e militantes do PT no Maranhão, a exemplo dos coordenadores nas regiões Amazônica (Antônio Erismar), Tocantina (Natalino) e Sul (Aristides).

No seu pronunciamento, Luiz Henrique destacou a importância de manter viva e firme a candidatura de Lula e eleger bancadas de deputados estaduais, federais e ao Senado para fortalecer o PT e construir uma campanha com a cara e a energia petista. “Estamos reunindo amigos, companheiros e companheiras, ampliando espaços a cada dia nos diversos segmentos onde atuamos e construímos relações de solidariedade e ações efetivas”, enfatizou Luiz Henrique.