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Prêmio Sebrae de Jornalismo 2026 abre inscrições

Jornalistas e estudantes podem inscrever trabalhos que retratem inovação, inclusão produtiva e desenvolvimento com foco nos pequenos negócios

Estão abertas as inscrições para o Prêmio Sebrae de Jornalismo (PSJ), que chega à sua 13ª edição valorizando produções que destacam o papel do empreendedorismo e dos pequenos negócios no desenvolvimento econômico e social. A premiação reconhece conteúdos que abordam temas como inovação, transformação digital, inclusão produtiva, sustentabilidade e empreendedorismo feminino.

Até o dia 8 de junho, profissionais e estudantes poderão inscrever seus trabalhos pelo site www.premiosebraejornalismo.com.br, onde também estão disponíveis o cronograma e o regulamento da 13ª edição. Cada participante pode submeter até três conteúdos, sem limite de inscrições por veículo ou instituição de ensino.

Os vencedores ou vencedoras serão premiados em dinheiro e equipamentos eletrônicos. Veja aqui mais detalhes e o regulamento completo

  • São quatro categorias principais para profissionais de imprensa: TextoÁudioVídeo e Fotojornalismo.
  • Há uma categoria especial para estudantes: Jornalismo Universitário.
  • Período de veiculação das matérias que podem concorrer: 9 de junho de 2025 a 7 de junho de 2026.
  • Etapas: a primeira, em nível estadual, classificará os concorrentes para a etapa regional, que definirá os finalistas da etapa nacional.

O tema principal do prêmio é o empreendedorismo com foco nos pequenos negócios. Veja alguns subtemas interessantes que você pode abordar:

  • Bioeconomia, Negócios Verdes e Sustentabilidade;
  • Acesso a Crédito e Gestão Financeira;
  • Produtividade e Competitividade;
  • Inclusão Produtiva e Desenvolvimento Territorial;
  • Transformação Digital;
  • Empreendedorismo Feminino;
  • Políticas Públicas e Legislação;
  • Inovação e Startups;
  • Empreendedorismo Social;
  • Educação Empreendedora.
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Derrota de Orbán abala articulação global da extrema direita em meio à guerra no Irã

Focus Brasil – A derrota de Viktor Orbán nas eleições parlamentares da Hungria, em 12 de abril de 2026, encerra um ciclo de 16 anos de poder e atinge diretamente um dos principais polos de articulação da extrema direita global.

O resultado ocorre em meio à escalada da guerra no Irã, que já pressiona o preço da energia, afeta economias e passa a ser mobilizada como instrumento político em disputas eleitorais.

O partido de oposição Tisza, liderado por Péter Magyar, conquistou maioria qualificada no Parlamento, com participação recorde do eleitorado.

Ainda na noite da eleição, Orbán reconheceu a derrota e parabenizou o adversário, classificando o resultado como “claro”. O gesto contrasta com episódios recentes envolvendo Donald Trump, nos Estados Unidos, e Jair Bolsonaro, no Brasil, que questionaram ou rejeitaram resultados eleitorais.

A agência internacional de notícias Reuters destacou que a derrota “derruba um pilar da extrema direita europeia e provoca um exame mais minucioso das suas ligações com o movimento MAGA”, em referência à rede política construída em torno de Trump.

Guerra, energia e disputa política
A eleição húngara ocorre sob o impacto direto da guerra no Irã. O fechamento do Estreito de Ormuz, por onde circula cerca de 20% do petróleo mundial, elevou os preços da energia e ampliou a pressão sobre o custo de vida em diferentes países.

O relatório Global Risks 2026, do Fórum Econômico Mundial, aponta que conflitos armados entre Estados e desinformação estão entre os principais riscos globais, com potencial de desestabilizar economias e sistemas políticos. Na prática, esse cenário tem deslocado o debate eleitoral para temas como segurança energética, inflação e soberania.

Nesse contexto, o conflito deixa de ser apenas um evento geopolítico e passa a influenciar diretamente disputas internas. Nos Estados Unidos, Donald Trump tem incorporado a guerra ao discurso político, associando o tema à agenda eleitoral e à mobilização de sua base.

Steve Bannon, Flávio Bolsonaro, Orbán e Trump
Ao longo dos últimos anos, Orbán consolidou relações com lideranças da extrema direita internacional, especialmente Donald Trump e seu ex-estrategista Steve Bannon. Essa articulação não ficou apenas no plano simbólico.

Em 26 de outubro de 2018, Bannon declarou apoio público à candidatura presidencial de Jair Bolsonaro e afirmou esperar que sua vitória contribuísse para uma “maré populista global”. A partir daí, o bolsonarismo passou a operar como um dos polos latino-americanos dessa rede, em diálogo com o trumpismo e com governos como o de Orbán.

Na Hungria, esse alinhamento se manteve até a reta final do processo eleitoral. Em 8 de abril de 2026, o vice-presidente dos Estados Unidos, J.D. Vance, esteve em Budapeste em apoio a Orbán, gesto que foi interpretado como tentativa de reforçar a conexão direta entre o governo húngaro e o campo político ligado ao movimento MAGA.

A derrota de Orbán não encerra essa articulação, mas enfraquece um dos seus principais pontos de apoio em um momento de maior exposição e disputa.

O Brasil esteve integrado a essa rede nos últimos anos. Durante o governo Bolsonaro, a aproximação com Orbán e Trump foi explícita e se manifestou em diferentes níveis.

Entre 12 e 14 de fevereiro de 2024, Jair Bolsonaro permaneceu por dois dias na embaixada da Hungria em Brasília, poucos dias após ter o passaporte apreendido pela Polícia Federal. O episódio, revelado por imagens de segurança, evidenciou o grau de proximidade política com o governo húngaro.

Esse alinhamento também se expressa no discurso atual. Em março de 2026, durante a CPAC no Texas, Flávio Bolsonaro afirmou que o Brasil poderia ser “a solução da América para quebrar a dependência da China em minerais críticos”, defendendo maior integração estratégica com os Estados Unidos.

A fala recoloca o país dentro da lógica de articulação internacional da extrema direita, agora em um cenário de maior disputa geopolítica e econômica.

No cenário global, a guerra no Irã já produz efeitos econômicos nefastos. A alta do petróleo pressiona inflação e consumo em diferentes países, ampliando a instabilidade.

No Brasil, o impacto tem sido parcialmente contido por políticas adotadas pelo governo federal, especialmente na gestão dos preços dos combustíveis e na atuação da Petrobras. A estratégia tem buscado reduzir a transmissão imediata da volatilidade internacional para o mercado interno.

Esse contraste evidencia modelos distintos de resposta à crise e reforça o peso econômico da disputa política em curso.

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O futuro do rádio no podcast Espaço Público

“O rádio e as novas tecnologias” é o tema do podcast Espaço Público de terça-feira (14 de abril), às 20h, na rádio comunitária Bacanga FM.

Vamos receber o engenheiro eletricista e consultor em tecnologias de comunicação Fernando Cesar Moraes.

Espaço Público é uma produção da Associação Brasileira de Rádios Comunitárias (Abraço) no Maranhão, transmitido pela rádio Bacanga FM, em parceria com a Agência Tambor e a Rede Abraço de emissoras FM e webradios.

O programa tem apresentação dos professores Ed Wilson Araújo e Martonio Tavares e do radialista Luís Augusto Nascimento.

A operação é de Valmarley Pinto.

Acompanhe e participe pelo site https://www.radiobacangafm.com.br/ e nas nossas redes sociais.

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Um mestre maranhense no Brasil Imperial

Texto: Paulo Henrique Máximo Lacerda (Facebook: A História Esquecida), republicado pelo portal Agenda Maranhão

Nascido em Codó, no coração do Maranhão, em 1858, Hemetério José dos Santos (1858–1939) era filho do major Frederico dos Santos Marques Baptisei, dono da fazenda São Raymundo, e de Maria, sua escrava.

O pai – talvez movido por culpa, talvez por afeto – pagou os estudos do menino no Colégio da Imaculada Conceição, em São Luís. E foi ali que começou a saga de um dos mais brilhantes intelectuais afro-brasileiros do século XIX.

Aos 17 anos, Hemetério deixou o Maranhão rumo ao Rio de Janeiro, então capital do Império. Três anos depois, já era professor do prestigiado Colégio Pedro II — feito raro até mesmo entre brancos da elite.

Em 1889, Dom Pedro II o nomeou professor adjunto de Língua Portuguesa no Colégio Militar onde, mais tarde, conquistaria a cadeira vitalícia.

Entre uma aula e outra, cursou a Escola de Artilharia e Engenharia, alcançando a patente de major e, mais tarde, a de tenente-coronel honorário.

Hemetério dos Santos não era apenas um homem de farda e giz. Era, também, um pensador inquieto — gramático, filósofo, escritor.

Percorria escolas, auditórios e salões ministrando conferências sobre o ensino, defendendo com veemência o valor da educação e da cultura como instrumentos de emancipação.

Sílvio Romero, crítico temido e rigoroso, o colocou ombro a ombro com Olavo Bilac, Graça Aranha e os irmãos Aluísio e Artur Azevedo. E com razão: Hemetério dominava a palavra — escrita e falada — com o mesmo brilho com que, em sua juventude, desafiara o destino que o nascera desigual.

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Claudia Santiago recebe o prêmio Leolinda Daltro 2026

Site do NPC – Criado em 2003 pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio (Alerj), o Diploma Leolinda Daltro homenageia todo ano dez mulheres do estado do Rio. O reconhecimento é pelo protagonismo das premiadas na defesa dos direitos das mulheres e nas questões de gênero.

Para este ano de 2026, Claudia Santiago, criadora e coordenadora do NPC, foi escolhida como uma das homenageadas pelas deputadas que integram a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher. A cerimônia de entrega do prêmio ocorreu no dia 23 de março, presidida pela deputada estadual Renata Souza, jornalista e ex-aluna do curso de comunicação popular do NPC. 

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Apruma repudia medida autoritária na UFMA

Nota da diretoria da Apruma em defesa da Democracia e da Autonomia universitária na UFMA

Fonte: Site da Apruma

A Apruma Seção Sindical do ANDES-SN tem um histórico de lutas em defesa da democracia e da autonomia universitária, sem nunca ter silenciado sobre quaisquer formas de autoritarismos e arbitrariedades dentro da universidade e fora dela. Recentemente, obtivemos uma grande vitória com o fim da lista tríplice para a escolha de reitores, o que significa ratificar e respeitar a vontade da maioria da comunidade universitária na escolha de seus dirigentes. Este êxito é resultado de uma luta de décadas do movimento sindical docente brasileiro, que tem no ANDES-SN e nas suas seções sindicais suas expressões máximas.

Nos últimos anos, a Universidade Federal do Maranhão e suas administrações superiores vêm se reproduzindo através de formas pouco republicanas, que nem sempre prezam por ações democráticas e transparentes. São relações de poder tantas vezes baseadas em práticas clientelistas e patrimonialistas, o que tem se revelado na maneira como se dão certas remoções docentes, com a ausência de normas, resoluções e critérios claros para mobilidade de professores entre coordenações, bem como a pouca transparência em relação à destinação de códigos de vagas, ou na imposição, mais recentemente de uma dita “modernização”, com o fim dos departamentos, o que na prática tem afetado negativamente a carga de trabalho docente, com mais burocracia por toda a UFMA.

Outra coisa que nos inquieta e já nos manifestamos neste sentido, é a forma como se dão as eleições na UFMA, seja para coordenadores de curso, diretores de centro e para a reitoria, isto é, no formato remoto. Defendemos eleições no formato presencial, o que é bom para a democracia, já que garante o sigilo do voto e diminui as possibilidades dos assédios de cunho moral.

Diante do exposto, manifestamos nosso total desacordo com a forma de condução do processo eleitoral para as direções de Centro na UFMA, principalmente porque ele não obedece ao prazo estabelecido pelo próprio Estatuto da UFMA, as eleições eram para acontecer em janeiro de 2026. Quais as justificativas da administração superior para postergar o pleito das direções de centro atualmente?

Nos causa estranheza e espanto a publicação das portarias do último dia 8 de abril de 2026, reconduzindo os mesmos diretores e as mesmas diretoras de centro de toda a UFMA (em caráter pró-tempore), eleitos em janeiro de 2022, com exceção do Diretor do Centro de Ciências Humanas (CCH), Luciano da Silva Façanha. Embora reconheçamos que seja uma prerrogativa do reitor, o ato não deixa dúvidas: é explicitamente arbitrário, antidemocrático e político. A administração superior desrespeita e deslegitima todos e todas que votaram nele na última eleição e por isso nos solidarizamos com o professor e com a comunidade universitária do CCH neste momento.

Por fim, a Apruma reafirma seu compromisso inegociável com a democracia, a autonomia universitária, além da transparência e equidade não somente na condução de todos os processos eleitorais na UFMA, mas também em suas práticas cotidianas.

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Governo assina protocolo nacional para investigação de crimes contra jornalistas

Abraji – Neste 7 de abril, Dia do Jornalista, o governo federal oficializou uma medida para a proteção da liberdade de imprensa no país. O ministro Wellington César Lima e Silva, da Justiça e Segurança Pública (MJSP), assinou o Protocolo Nacional de Investigação de Crimes contra Jornalistas e Comunicadores Sociais. O evento ocorreu às 11h, no Palácio do Planalto, com a Secretaria de Comunicação da Presidência (Secom), o Ministério dos Direitos Humanos e das Relações Exteriores. 

Clique neste link para conferir o vídeo do evento.

A iniciativa foi elaborada no âmbito do Observatório da Violência contra Jornalistas e Comunicadores Sociais e contou com a colaboração da Abraji (Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo) e outras organizações de defesa do jornalismo. O Observatório é uma iniciativa do Ministério da Justiça, que retomou suas atividades em 2026 e confirmou a publicação do protocolo para padronizar os procedimentos de investigação em casos de violência contra a imprensa.

O foco da medida é garantir a proteção das vítimas e a padronização dos procedimentos investigativos, evitando que a motivação do crime – o exercício da atividade jornalística – seja ignorada durante a apuração. O documento também busca fortalecer a cooperação entre diferentes instituições para garantir que ataques contra a imprensa não fiquem impunes e que as vítimas recebam a proteção devida. Com as novas regras, espera-se que as forças de segurança tenham ferramentas mais eficazes para lidar com a violência sistêmica.

A construção dessa política pública teve marcos importantes recentes. Em 18 de março, a Abraji esteve presente na primeira reunião do ano do Conselho Consultivo do Observatório da Violência contra Jornalistas, no qual a associação tem assento. O encontro debateu a melhoria da transparência em investigações e processos judiciais relativos a violações contra jornalistas, comunicadores e defensores de direitos humanos. Confira por meio deste link

Na mesma data, foi realizado um encontro com a participação do relator especial Pedro Vaca, da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), da OEA, e de representantes dos ministérios das Relações Exteriores (MRE) e da Justiça, da Secom, do Ministério Público Federal (MPF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Também estiveram presentes as organizações, entre elas a Abraji, que integram a Mesa de Trabalho Conjunta das medidas cautelares do caso Dom e Bruno na CIDH.

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Judas: traição é regra na política

Traição é algo que sempre faz sentido na política. Embora seja um desvio ético, ela está historicamente entranhada nos jogos de poder ao longo de séculos e séculos.

Não me refiro de imediato à política partidária recente. A traição é uma instituição da humanidade.

Ela está presente muito antes do surgimento da personagem Jesus histórico, traído por Judas Escariotes.

Para não ir tão distante no tempo, se recuarmos apenas à Roma Antiga, temos fartos exemplos de traições que mudaram o curso dos acontecimentos.

A retumbante traição do general Marco Antônio foi uma, entre tantas.

Os motivos das traições são basicamente três: poder, dinheiro e afetos (relacionamentos amorosos). A paixão do romano Marco Antônio por Cleópatra, rainha do Egito, motivou o esgotamento da República e início do Império Romano.

Já na política partidária atual, traidores e traídos sempre dialogam quando os interesses são convergentes ou agonísticos, (re)fazendo acordos ou desmontando tratativas.

Há sempre oportunidades para alinhar ou desarrumar pactos, a depender dos movimentos conjunturais, da correlação de forças e da dinâmica do poder.

Dito isso, é preciso interpretar a traição além do bem e do mal. As eleições, a cada dois anos, estão repletas de inimigos que viram amigos. E vice-versa.

Quem hoje é elogiado, amanhã pode ser destratado.

Santos viram demônios e estes santificam ao sabor dos interesses que fazem juntar ou separar a política movida pelo dinheiro, poder e amores.

Os políticos profissionais têm pleno conhecimento do valor das traições nas disputas eleitorais. Eles sabem que o eleitor, em grande parte, é movido pelas paixões.

As pessoas, principalmente as menos críticas, amam ou odeiam determinado(a) candidato(a) e até sofrem por isso, debatem e chegam às vias de fato.

Com a ascensão da extrema direita, o sentimento de ódio se apropriou da política e piorou muito a percepção das pessoas.

Algo que era saudável, virou fel.

Essa é a pior parte. A extrema direita despolitizou de vez a política e transformou tudo em ódio, violência e morte.

Então, o ódio virou um combustível perigoso nas bocas e nas mãos armadas dessa gente estúpida e hipócrita!

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Coríntios 13 para o Domingo de Páscoa

¹ Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine.

² E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e todo o conhecimento, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.

³ E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.

⁴ O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece.

⁵ Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal;

⁶ Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade;

⁷ Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.

⁸ O amor nunca falha; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo conhecimento, desaparecerá;

⁹ Porque, em parte, conhecemos, e em parte profetizamos;

¹⁰ Mas, quando vier o que é perfeito, então o que o é em parte será aniquilado.

¹¹ Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, pensava como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino.

¹² Porque agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido.

¹³ Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor.

1 Coríntios 13:1-13

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Gentrificação! Últimos bares populares da Ponta d’Areia serão demolidos

A especulação imobiliária na Ponta d’Areia produz a eliminação radical dos ambientes populares frequentados pelos moradores do São Francisco e arredores.

Trata-se de um fenômeno chamado gentrificação, que consiste em transformar áreas urbanas periféricas em polos residenciais e comerciais (veja vídeo abaixo).

O corredor de bares e restaurantes localizados na rua Ivan Loureiro, entre a praça do Sol e os condomínios da chamada Península, estão com os dias contados.

Alex Mendes, proprietário do Quintal de Areia, pensa em recomeçar tudo de novo em outro lugar

Todos serão demolidos! O objetivo é “limpar” a área para valorizar os empreendimentos das construtoras, estendendo o calçadão até o antigo hotel Praia Mar.

O território dos bares já notificados para demolição guarda memórias da cidade, principalmente os espaços de música reggae, como o lendário “Toque de Amor” dos anos 1980, o Chama Maré e o charmoso “Quintal de Areia”.

Por outro lado, as construções irregulares, como o próprio hotel Praia Mar, erguido em área de Marinha, e os bangalôs do Champs Mall, enfiados na faixa de areia, seguem intocáveis.

Em vez de destruir os bares da Ponta d’Areia, o Governo do Maranhão deveria reformar e padronizar os empreendimentos, mantendo as fontes de trabalho, renda e turismo.