Eduardo Braide declarou mais de R$ 1 milhão em bens e Duarte Junior R$ 646 mil

Candidato do Podemos tem apartamento na “Península” avaliado em R$ 628 mil. O republicano possui casa no valor de R$ 361 mil, no bairro Quintas do Calhau

Somado, o patrimônio dos candidatos que disputam a Prefeitura de São Luís em 2020 é de R$ 1 milhão, 713 mil, 620 reais e 62 centavos.

De acordo com os dados registrados na Justiça Eleitoral, o deputado federal Eduardo Braide (Podemos) declarou como bens no menor valor uma conta corrente com apenas R$ 74,37 (Setenta e quatro reais e trinta e sete centavos) e patrimônio máximo um apartamento de R$ 628.206,73 (Seiscentos e vinte e oito mil, duzentos e seis reais e setenta e três centavos), localizado na “Península”, metro quadrado mais caro de São Luís, no edifício José Gonçalves dos Santos Filho (imagem destacada).

Os bens totais somam R$ 1.067.620,62 (Um milhão, sessenta e sete mil, seiscentos e vinte reais e sessenta e dois centavos).

Veja aqui e também na imagem abaixo os bens declarados por Eduardo Braide

Filho de político – o pai Carlos Salim Braide foi presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão – Eduardo Braide declarou ainda “quotas ou quinhões de capital” com o seu genitor e o irmão Fernando Salim Braide no valor de R$ 73.333,33 (Setenta e três mil, trezentos e trinta e três reais e trinta e três centavos).

Já Duarte Junior tem menos posses. Mas, apesar de usar no bordão publicitário de campanha um apelo à vida modesta – “filho do povo, igual a você” – o candidato apresentou uma declaração de bens com R$ 646.000,00 (Seiscentos e quarenta e seis mil reais).

O bem de menor valor é o saldo em conta corrente totalizando R$ 25.000,00 (Vinte e cinco mil reais) e no teto dos bens o candidato registrou uma casa situada na rua Lago Verde, valendo R$ 361.000,00 (Trezentos e sessenta e um mil reais), localizada no bairro Quintas do Calhau.

Veja aqui e na imagem abaixo os bens declarados por Duarte Junior

Vamos seguir acompanhando a evolução patrimonial dos dois candidatos. Ambos têm pretensões eleitorais futuras e é fundamental monitorar a movimentação dos bens de cada um.