Hannah Arendt explica parte do bolsonarismo

Faço minhas as palavras da escritora Hannah Arendt para explicar alguns traços da ultra direita vigente hoje no Brasil.

Os excertos são retirados da obra clássica “As origens do totalitarismo”.

“Conjugação do horrível com o ridículo” aplico à estética grotesca do presidente Jair Bolsonaro e de todo o seu entorno, marcado por tipos comportamentais violentos, machistas, misóginos e homofóbicos.

“Mistura da escória com o chorume” pode ser adequado perfeitamente à junção de duas escórias do país na atualidade: a milícia e as igrejas neopentecostais.

“Atmosfera de cemitério” cabe perfeitamente na condução desastrosa do governo diante da pandemia Covid-19.

“Charlatanismo cura-tudo” cabe como uma luva na figura caótica do guru do negacionismo – Olavo de Carvalho.

Caberiam inúmeras outras frases, nos seus devidos contextos, extraídos da monumental obra de Arendt, mas vou ficar por aqui. Escória e chorume já são suficientes.

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