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O “grande porrete” dos EUA: América para os americanos

Após o “Destino Manifesto”, a dominação imperialista dos EUA implantou a campanha “América para os americanos” ou “Doutrina Monroe”, vigorando a partir do mandato do presidente James Monroe (1817 a 1825).

O objetivo era criar uma espécie de “reserva de mercado” para que os EUA tivessem exclusividade nas intervenções em toda a América, deixando a Europa fora do processo de dominação nessa parte do mundo. Por isso a denominação “América para os americanos”.

Para ficar ainda pior, a Doutrina Monroe teve uma ‘emenda’ denominada “Corolário Roosevelt”, em alusão ao presidente Theodore Roosevelt (1901 a 1909), justificando o uso da força para os EUA cometerem todos os tipos de atrocidades na já propalada “América para os americanos”.

As intervenções políticas, econômicas e militares dos EUA receberam a pomposa denominação de “Big Stick” ou “Grande Porrete”, autorizando a violência.

Segundo a Doutrina Monroe, a América Latina e o Caribe eram considerados “quintal” dos EUA.

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O cinema imperialista dos Estados Unidos

O “Destino Manifesto”, originado no século 19, associava a expansão territorial dos EUA a uma determinada missão divina; ou seja, por um desígnio de Deus, justificava-se a anexação de parte do México e do Canadá, como persiste hoje Donald Trump.

Naquele tempo, o capitalismo já era anunciado como símbolo do progresso e da civilização, justificando o extermínio dos indígenas, considerados selvagens. O cinema que formou mais de uma geração “ensinava” que o herói cara pálida John Wayne tinha a força para destruir os peles vermelhas.

Assistíamos, ainda na TV preto e banco, a um dos maiores genocídios contra os povos originários na História.

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