Empenho e a mobilização de professoras e professores podem interferir na eleição para a Câmara Municipal de São Luís

Por Ed Wilson Araújo*

Ao longo dessa campanha é visível a crescente mobilização e o empenho de professoras e professores para eleger Emilio Azevedo vereador de São Luís.

A candidatura do jornalista já nasceu proposta por uma carta-aberta que foi assassinada, entre outros, por professores e professoras da UFMA, da UEMA, do IFMA, de cursinhos, de ensino médio, ensino fundamental e também de escolas comunitárias.

A jornalista e professora da UFMA, Letícia Cardoso, candidata a vice na chapa de Bira do Pindaré (PSB), foi uma dessas dezenas de assinaturas que propuseram a candidatura de Emilio Azevedo.

A partir daí, com o desenrolar da campanha, muita gente da Educação vem se juntado e vários já gravaram vídeos de apoio, pedindo votos para Emílio.

Todas e todos entraram de cabeça na campanha: “Meu voto não tem preço! Tô com Emílio Azevedo.

Está claro que a ideia geral é interferir diretamente no resultado da eleição em São Luís, elegendo um parlamentar com o longo histórico de luta de Emilio Azevedo.

O professor Flávio Reis (UFMA) foi um dos primeiros que gravou e divulgou um vídeo “com uma mensagem enfática de apoio”, dizendo que Emílio pode “fazer a diferença na Câmara Municipal”, “dando uma chacoalhada” no poder Legislativo de nossa cidade.

Vários outros estão lembrando o compromisso assumido por Emilio com a questão do Passe Livre para estudantes, com foi o caso da professora de cursinho Thainá Rosa.

Alex Oliveira, professor da UEMA, fala do “direito a cidade”, ressaltando o compromisso de Emílio com um Plano Diretor humanizado, tema também abordado por Arleth Borges e Horácio Antunes, ambos da UFMA.

E houve também a declaração de voto do professor Murilo Santos (UFMA), nome muito conhecido nos movimentos populares, dizendo que o jornalista candidato “é uma figura imprescindível”.

No IFMA a professora Lícia da Hora faz parte de um grupo que discute e apresenta ideias para a campanha. Ainda no IFMA, outros grupos, que participaram recentemente da eleição de reitor, mantêm contato direto e permanente com o candidato.

As declarações de voto dos professores convergem também com a posição assumida por Emílio Azevedo de combate ao governo Bolsonaro, principal inimigo da Educação.

Emilio tenta explicar o fenômeno dos sucessivos apoios. “Nosso trabalho com jornalismo alternativo – primeiro no Jornal Vias de Fato e agora com a Rádio Tambor – sempre esteve muito próximo dos ideais de educação política.
É um trabalho onde a informação e a formação caminham juntas. Isso nos aproximou muito de diferentes educadores, professoras, professores e também grupos de pesquisa”, relatou Azevedo.

O agora candidato diz que “essa aproximação se reflete nesse momento na campanha, até porque muitos professores foram ouvidos antes mesmo de a candidatura ser lançada, quando eles ajudaram a redigir a carta-aberta que propôs a nossa candidatura”, enfatizou.

*Ed Wilson Araújo é jornalista, professor da UFMA, presidente da Abraço Maranhão e dirigente da Rádio Tambor

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