“Bangu à Beira-Mar”: romance de Érico Cordeiro conta a saga de migrantes nordestinos

Romance histórico que atravessa quase um quarto de século, entre os anos de 1915 e 1939, e narra a vida e as peripécias de Lucas Baptista de Moura Facundo, que fugiu com a família, do Ceará para o Rio de Janeiro, durante a grande seca de 1915, em busca de uma vida melhor.

Um pouco mais tarde, ele vai estudar engenharia mecânica na Itália, iniciando ali o seu treinamento em artes marciais, ao mesmo tempo em que se envolve na luta antifascista.

De volta ao Brasil, se agrega aos movimentos pela democratização do país, combatendo a truculência da ditadura Vargas, e vive uma série de aventuras na trepidante capital da República durante a Belle Époque.

A história mostra um pouco do Brasil dos anos 20 e 30, reportando fatos históricos, como o Tenentismo, a Coluna Prestes, a Revolução de 30, a Intentona Comunista, o Estado Novo e a vida artística e cultural do Rio de Janeiro.

Mais tarde, Lucas volta à Europa, fixando-se em Madri, e ali se engaja na luta contra o fascismo, auxiliando o exército republicano durante a Guerra Civil Espanhola. Por fim, nosso herói se estabelece em Portugal, onde vai ajudar a polícia portuguesa a desvendar uma série de misteriosos e violentos assassinatos.

O autor

O maranhense Érico Renato Serra Cordeiro nasceu em São Luís, em 1968. Formado em Direito pela UFMA, desde 2004 exerce o cargo de Juiz do Trabalho. Atualmente, é Juiz Titular da Vara do Trabalho de Pinheiro–MA. É professor universitário, embora, por força das circunstâncias, esteja afastado das salas de aula. Apaixonado por música, literatura e cinema, acredita no poder transformador da arte e em sua capacidade de humanizar o sublime e de tornar sublime o humano. Espadas, armas de fogo e tiroteios? Só na ficção. Afinal, como nos versos de Paulo César Pinheiro, “Não sou do tempo das armas / Por isso ainda prefiro / Ouvir um verso de samba / Do que escutar som de tiro”.

Sobre a obra

“Um surto pandêmico mundial. Uma aparentemente irresistível ascensão do fascismo. 2020? Não! Estamos na alvorada do século XX e ele é assustadoramente parecido com os nossos dias” – Cláudia Torreão.

“É, antes de tudo, um romance visceral entrecortado por uma poesia com alma, pólvora e dentes” – Félix Alberto Lima.

“Uma aventura esplendorosa pela história política e cultural da primeira metade do século XX, guiada por um personagem cativante e por um escritor arguto e refinado” – Jarbas Couto Lima.

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