Uma das coisas mais asquerosas já produzidas pela extrema direita é um tipo de falso cristão que usa uma suposta religiosidade para mascarar gente ruim.
Os termos “cristão”, “evangélico” ou adjetivos similares encobrem ladrões e ladras de dinheiro público, falsários(as), pastores estupradores, bispas adúlteras, empresários(as) que burlam o fisco e os direitos trabalhistas, canalhas de todos os naipes etc etc etc.
Todas as vezes que uma aberração acontece, pode cravar que o(a) autor(a) veste camisa da seleção brasileira, ocupa a vaga de deficiente e grávida no estacionamento e escraviza empregados.
Eles não falham. A mais nova aberração atende pelo nome de Carolina Sthela Ferreira dos Santos, empresária “cristã”, que torturou e quase matou a sua empregada doméstica, grávida de cinco meses.
Trata-se de um tipo de animal humano desprezível em todos os sentidos. Mas, por incrível que pareça, é esse chorume de personalidade que ocupa as redes sociais para falar em honestidade e pregar justiça, em nome de Deus.
Hipocrisia é o mínimo que se pode dizer dessa escória. Em respeito ao leitor e à leitora, vou ficar por aqui.