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Violência nos EUA alimenta a extrema direita para as eleições de novembro

Nos Estados Unidos, qualquer pessoa com 18 anos de idade pode chegar em um supermercado e comprar rifles, espingardas e muinções, com pouca burocracia.

Historicamente, o processo de construção desse país ocorreu de forma violenta, baseada em diversos tipos de ódio.

A violência é cultural, estimulada à última potência com o acesso da extrema direita ao poder institucional.

Violência gera audiência, desperta atenção e provoca engajamento. Os comunicadores da extrema direita têm pleno conhecimento de que sangue é um ativo eleitoral muito relevante no país que idolatra armas e mortes.

Nesse momento, ditante do enorme desgaste do presidente Donald Trump, correndo o risco de ser derrotado nas eleições legislativas de meio de mandato, em novembro de 2026, um atentado coloca o ocupante da Casa Branca na condição de vítima.

Uma suposta tentativa de matar o presidente é um fato relevante para o trumpismo misturar fatos e versões com desinformação, mentira, negacionismo, teorias conspiratórias e fanatismo religioso.

Todo esse chorume produzido pelo lixo trumpista vai servir de alimento aos seus seguidores faccionados.

Tiros, polícia, ambulâncias, sirenes, sensacionalismo, espetacularização, câmeras, ação… é tudo que a extrema direita precisa para manter a facção trumpista alimentada, lambendo o líquido fétido que escorre nos esgotos de New York.

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