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O cinema imperialista dos Estados Unidos

O “Destino Manifesto”, originado no século 19, associava a expansão territorial dos EUA a uma determinada missão divina; ou seja, por um desígnio de Deus, justificava-se a anexação de parte do México e do Canadá, como persiste hoje Donald Trump.

Naquele tempo, o capitalismo já era anunciado como símbolo do progresso e da civilização, justificando o extermínio dos indígenas, considerados selvagens. O cinema que formou mais de uma geração “ensinava” que o herói cara pálida John Wayne tinha a força para destruir os peles vermelhas.

Assistíamos, ainda na TV preto e banco, a um dos maiores genocídios contra os povos originários na História.

Leia aqui o artigo completo.

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