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Audiência pública em Barreirinhas debateu a preservação das chapadas e segurança nas comunidades

Diálogos sobre a qualidade de vida, segurança comunitária e a defesa do cerrado em Barreirinhas foram o tom de uma audiência pública realizada no povoado Tabocas, com a participação de representantes das comunidades vizinhas.

A audiência reuniu moradores, lideranças, Polícia Militar, Defesa Civil, produtores da agricultura familiar, extrativistas, agentes de turismo e representação da Câmara dos Vereadores.

Recentemente, vários focos de incêndio atormentaram a vida nos povoados, que se mobilizaram com brigadistas voluntários para combater as chamas.

Segundo a avaliação dos participantes, a audiência abordou temas importantes e propôs medidas para garantir segurança às comunidades como a instalação de posto policial e uma ronda rural.

A audiência enfatizou também a denúncia sobre a prática criminosa das queimadas, que tem causado transtornos e devastação de forma irreversível no ecossistema do território.

As reivindicações da audiência serão levadas às autoridades municipais e estaduais, a fim de que tomem as providências solicitadas, como:

• aquisição de uma moto, para auxiliar o monitoramento terrestre;

• aquisição de um drone para fazer o monitoramento aéreo;

• aquisição de equipamentos para auxiliar o combate ao fogo: abafadores, soprador de folhas, pulverizador e mochila flexível anti-incêndio;

Os participantes também cobraram a instalação de uma Compdec (Coordenadoria Municipal de Proteção e Defesa Civil), bem como a implantação de uma brigada militar rural de incêndio e uma capacitação do Corpo de Bombeiros para melhorar o trabalho dos voluntários no combate aos incêndios.

O evento contou com a participação do major Ramon, Polícia Militar; do coordenador da Defesa Civil, Francisco (Titico); do tenente Celso, representando o Corpo de Bombeiros; e do vereador Filho ACS.

As comunidades da região foram representadas por Salviano Marques, presidente da Associação Conjunta dos Povoados Anajá Buriti e Gonçalo; Conceição, presidente da Associação do Povoado Onça; Beatriz, presidente da Associação do Povoado Armazém 2; e Jailton, presidente da Associação do Povoado Tabocas.

De acordo com a avaliação dos participantes, a audiência foi um passo importante para avaliar a situação das comunidades e buscar soluções para os graves problemas enfrentados pelos moradores.

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Capes anuncia vencedores do Grande Prêmio de Teses 2025

Portal Intercom – Já são conhecidos(as) os/as vencedores/vencedoras do Grande Prêmio Capes de Tese 2025. A premiação é referente ao melhor trabalho de cada Colégio: Ciências da Vida, Humanidades e Exatas, Tecnológicas e Multidisciplinar.

Na área de Ciências da Vida, a doutora em imunologia básica, Julia Teixeira de Castro (USP)  foi a vencedora, com a tese “Desenvolvimento de proteína quimérica e avaliação de seu potencial vacinal contra COVID-19”.

Já na área de Humanidades, a vencedora é da área de linguística e literatura, e representa a Universidade Federal do Espírito Santo. Bruna Trindade Gomes Carneiro recebeu a premiação pela tese “Um códice em língua geral: edição, estudo paleográfico e sócio-história da Amazônia (1750-1758)”.

O último prêmio foi para a área de exatas, e o vencedor foi Sérgio Mascarenhas de Oliveira, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), com a tese defendida na área de química, intitulada “Development of Affordable Electrochemical (Bio)Sensors for Point-of-Care”.

Todos que venceram o grande prêmio Capes receberão uma bolsa para estágio pós-doutoral em uma instituição internacional, por até 12 meses, certificado e troféu. Além disso, os/as orientadores/orientadoras receberão premiação em dinheiro para participar em congresso internacional, bem como certificado de premiação.

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Agora já pode falar…

… o que todos e todas aguardavam para dizer bem alto e comemorar.

Jair Bolsonaro é bandido. E bandido bom é bandido preso.

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10º Mangue Seco Roots celebra o reggae na beira do mar

A praia do Mangue Seco, pedaço vivo da história do Araçagy, guardiã das marés, das redes de pesca e das lembranças de uma comunidade resistente, volta a pulsar com força no dia 6 de dezembro, a partir das 17h, com a 10ª edição da Mangue Seco Roots, evento cultural idealizado por Nonato Alencar e Márcio Maguelo, em 2015, e uma rede de colaboradores que, ao longo dos anos, têm mantido acesa uma celebração única de música, ancestralidade e cuidado com o meio ambiente.

E o melhor: entrada livre com o sound system tocando à beira mar…

A festa é convite aberto: para celebrar a cultura de base, afirmar a memória coletiva e reconhecer o valor do território. Mangue Seco tem história, tem raiz, tem voz, e permanece vivo em cada batida, cada passo, cada encontro.

No dia 6 de dezembro, a maré sobe cedo e a lua cheia saúda a magia. Traga sua energia, sua reverência e sua alegria. A Mangue Seco Roots te espera onde tudo começou.

Mais informações aqui

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Amazônia pós-COP30 é o tema do podcast Espaço Público

O podcast Espaço Público de terça-feira (25 de nov) vai dialogar sobre a situação da Amazônia: destruição e resistência.

Nosso entrevistado é o professor Sá Marques, graduado em História e Direito, com 40 anos de docência em várias escolas e centros de ensino preparatórios.

Sá Marques fez recentemente uma longa viagem pela Amazônia e vai falar sobre essa experiência, em tempos de COP30.

Espaço Público é uma iniciativa da Associação Brasileira de Rádios Comunitárias (Abraço) no Maranhão e vai ao ar toda terça-feira, das 20h às 21h, na rádio comunitária Bacanga FM, com apoio da Agência Tambor e retransmissão de emissoras FM e web parceiras.

O programa tem apresentação do jornalista Ed Wilson Araújo e do professor Martonio Tavares, com a participação especial de Luis Augusto Nascimento.

A operação é de Valmarley Pinto.

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“SOLta na Maré” terá mostras e oficinas de audiovisual

As ações vão ocorrer entre os dias 24 e 28 de novembro nas ilhas de Lençóis e Caçacueira, localizadas no arquipélago de Maiaú, na cidade de Cururupu

Entre os dias 24 e 28 de novembro, os moradores das ilhas de Lençóis e Caçacueira, localizadas no arquipélago de Maiaú, na cidade de Cururupu, receberão o projeto “SOLta na Maré”, iniciativa de cinema itinerante movida a energia solar que levará uma experiência cultural e educativa inédita às localidades.

Com dois dias de exibições de filmes ao ar livre, com foco na promoção de inclusão, sustentabilidade e valorização das histórias e identidades, o projeto é realizado com recursos da Lei Paulo Gustavo, por meio da Secretaria de Estado da Cultura do Maranhão (Secma), do governo do Maranhão, com idealização e realização da Poli Companhia, por Nicolle Machado, produção da Maranhezza, por Nat Maciel, e da Orgânik Produções Culturais, por Mariana Cronemberger.

A programação será realizada, oficialmente, nos dias 25 (terça-feira) e 27 de novembro (quinta-feira), na Ilha de Lençóis e Caçacueira, respectivamente, nas escolas “Unidade Integrada São José” e “Unidade Escolar Eleotério Ferreira”, iniciando, em cada dia, com a Oficina de Produção Audiovisual em Comunidade, que será ministrada por Jasf Andrade, das 9h às 12h e das 14h às 17h.

Em cada dia, também como parte integrante do cronograma de atividades, o público local poderá conferir a Mostra Infantil Sessão AnimArte, a partir das 10h, seguida pela Mostra Cururupu em Cena, às 16h, e pela Mostra SOLta na Maré, às 18h30, que exibirá duas produções: um filme resultado da oficina e o longa-metragem “Bethânia” – além de apresentações artísticas locais, encerrando a programação.

Oficinas por Jasf Andrade

A atividade que abre a programação do “SOLta na Maré” é a Oficina de Produção Audiovisual em Comunidade, que será ministrada pelo fotógrafo, videomaker e rapper Jasf Andrade.

O objetivo central da atividade é guiar o público local a contar, de forma simples e prática, suas histórias por meio do audiovisual, passando pelas etapas de planejamento do vídeo (roteiro), dicas de como gravar bem (áudio, vídeo e enquadramento) e montagem e finalização dos trabalhos pelo próprio celular (edição). Os interessados em participar poderão se inscrever uma hora antes, no local da oficina, até o limite de vagas.

Mostra Infantil

Após a oficina, a programação segue com a Mostra Infantil Sessão AnimArte, com seis animações selecionadas de três países, como “A Baleia Mágica”, “Mouse House”, “Palavras Mágicas”, “Ciranda Feiticeira”, “Trashball” e “O Discurso de Txai Suruí”.

Em “A Baleia Mágica”, uma história envolvente que trata da educação ambiental por meio da fantasia. Já “Mouse House” é uma animação tradicional desenhada à mão que apresenta uma fábula cômica e engenhosa, com dois ratinhos que precisam usar a criatividade para driblar um gato faminto e alcançar um queijo saboroso.

Na produção nacional “Palavras Mágicas”, um videoclipe animado com músicas de Emicida, Adriana Partimpim e Renan Inquérito, que brinca com os sentidos e os sons das palavras. Outro destaque brasileiro é “Ciranda Feiticeira”, um conto encantado sobre uma família de pescadores, com uma trilha sonora envolvente de Lia de Itamaracá.

Diretamente da Estônia, “Trashball” narra a história de um pequeno inseto empenhado em limpar o meio ambiente enfrenta criaturas bagunceiras. E em “O Discurso de Txai Suruí”, uma animação inspiradora baseada no discurso real da jovem liderança indígena Txai Suruí na COP-26.

Mostra Cururupu em Cena

Em seguida, outro destaque da programação será a Mostra Cururupu em Cena, que selecionou três produções que trazem nas telas moradores do arquipélago de Maiaú e/ou da cidade de Cururupu. São eles: “Mestre Umbelino Pimenta: Histórias e Toadas”, “Dona Taquariana, uma cabocla brasileira” e “A lenda do Rei Sebastião”.

Em “Mestre Umbelino Pimenta: Histórias e Toadas”, dirigido por Nat Maciel e Lilian Alves, o personagem homônimo compartilha um breve relato sobre sua trajetória e vivências no Bumba Meu Boi de Costa de Mão, revelando memórias e saberes dessa raríssima tradição maranhense.

Já em “Dona Taquariana, uma cabocla brasileira”, somos apresentados à personagem Dona Flor, que de pulso firme e sorriso largo, vai costurando suas histórias e trazendo para cena o protagonismo de sua cabocla Taquariana. Entre uma narrativa e outra, o brilho nos olhos anuncia como a festa acontece, como seu tambor de cura foi se transformando em uma ação cultural há mais de 20 anos no bairro Vila dos Nobres.

E em “A lenda do Rei Sebastião”, temos uma produção de 14 minutos e filmada em 1979, com a participação especial de moradores da Ilha de Lençóis, além da direção e montagem de Roberto Machado Junior, estrelado por Jorge Itacy, Tácito Borralho, Maria Maranhão, Nelson Brito, Itaércio Rocha, Soraya Janna e Krica.

Mostra SOLta na Maré

Encerrando a programação, o projeto exibe a Mostra SOLta na Maré, que exibirá o elogiado filme maranhense “Bethânia” – filme que traz uma visão única e espetacular de um dos pontos turísticos mais conhecidos do Brasil, os Lençóis Maranhenses, e estreou no Festival de Berlim de 2024.

No filme, depois de perder seu marido, Betânia se muda para o povoado onde nasceu, mas jamais habitou. Empurrada pelo som ancestral do Bumba Meu Boi, pela força da família e da comunidade, ela tenta renascer, assim como as flores que desabrocham nos Lençóis Maranhenses durante a seca.

Dirigido por Marcelo Botta e estrelado por Diana Mattos, Tião Carvalho, Caçula Rodrigues, Nádia D’Cássia, Michelle Cabral, Ulysses Azevedo, Vitão Santiago, Enme Paixão e Rosa Ewerton Jara, “Bethânia” é um dos destaques do cinema maranhense contemporâneo.

Ainda na mostra, a programação contará com exibição do filme resultado da Oficina de Produção Audiovisual em Comunidade e apresentações artísticas de manifestações das ilhas de Lençóis e Caçacueira – o grupo artístico da Unidade Integrada São José e um grupo de Carimbó, respectivamente –, além da distribuição de pipoca nas sessões e lanches em todas as atividades do projeto.

Projeto SOLta na Maré

A iniciativa “SOLta na Maré” visa oferecer uma vivência transformadora: durante cada sessão, serão projetados filmes para o público infantil e adulto ao ar livre, todos movidos inteiramente por energia solar, respeitando o meio ambiente e levando às comunidades a experiência de assistir a filmes em tela grande – muitos pela primeira vez.

Durante as atividades formativas, será promovida também a discussão sobre ética na produção de conteúdo, combate à desinformação e o impacto das fake news. A proposta é que a comunidade compreenda o valor de consumir, criar e compartilhar conteúdo de forma ética e responsável, criando uma cultura digital consciente e participativa.

Com uma estrutura de cinema que será totalmente movida a energia solar e um sistema móvel e sustentável que permite que o cinema alcance áreas remotas sem afetar o ecossistema, o “SOLta na Maré”, além de respeitar o entorno natural das ilhas, apresenta um modelo de evento cultural sustentável que visa inspirar as comunidades.

Com equipe formada majoritariamente por mulheres maranhenses com experiência no audiovisual e nas artes integradas, a iniciativa carrega, também, o objetivo de retratar toda essa bagagem em vídeo para promover o entendimento de que é preciso investir no atendimento das demandas diretas das comunidades isoladas.

Com um potencial de se tornar um exemplo inovador de sustentabilidade cultural e inclusão em comunidades isoladas, a nível nacional e internacional, o projeto é caracterizado pelo uso de energia solar para alimentar o cinema itinerante e a valorização das histórias locais tornam o projeto atraente para redes culturais e sustentáveis, abrindo portas para colaborações e intercâmbios internacionais, além de contribuir para os debates sobre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), ao abordar temas como igualdade de acesso, educação de qualidade, redução das desigualdades e promoção cultura como direito humano universal.

Arquipélago de Maiaú

O arquipélago de Maiaú, no Maranhão, é composto por, aproximadamente, 50 ilhas, com uma minoria habitada, como as ilhas de Lençóis e Caçacueira, onde o projeto “SOLta na Maré” será realizado. Essas ilhas, apesar de serem ricas em beleza natural e cultura, enfrentam desafios severos no abastecimento de energia elétrica e no acesso a bens culturais.

Ao levar cinema e capacitação audiovisual a essas ilhas, o projeto destaca a importância de descentralizar o acesso cultural e ilumina as histórias dessas comunidades para o Maranhão e além.

SERVIÇO

O quê: o projeto “SOLta na Maré”;

Onde: em unidades escolares das ilhas de Lençóis e Caçacueira, no arquipélago de Maiaú (Cururupu/Maranhão);

Quando: entre os dias 24 e 28 de novembro de 2025;

Mais informações: nos perfis oficiais do Instagram das produtoras Poli Companhia (@poli.companhia), Maranhezza (@maranhezza) e Orgânik Produções Culturais (@organikprod).

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Jair Bolsonaro preso. E agora?

A prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (JB), embora não seja a definitiva, é um dos fatos mais importantes da atual conjuntura.

Ele em breve será um presidiário inelegível.

Mas, fiquemos alerta!

Por enquanto, observo três caminhos:

1 – A via eleitoral: o fanatismo da ultradireita está vivo e pode se refazer com outras personagens, por meio de candidaturas fortes em 2026.

2 – A ruptura total: JB seguir firme comandando os atentados contra a democracia de dentro da cadeia, incendiando o fanatismo às últimas consequências.

3 – A decadência: preso, inelegível e com a saúde supostamente abalada, o “mito” desistir de tudo.

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A prisão é preventiva

O ex-presidente Jair Bolsonaro está preso preventivamente por dois motivos:

1 – Ele violou a tornozeleira eletrônica.

2 – Havia risco de fuga diante de eventuais tumultos na suposta vigília convocada pelo senador Flavio Bolsonaro.

Esses são os fatos. Não adianta dizer que a prisão é perseguição.

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Centro Knight oferece cursos sobre mudanças climáticas

Portal Intercom – O Knight Center of Journalism disponibilizou gratuitamente para interessados/interessadas dois cursos acerca do clima. O primeiro deles é sobre a Cobertura Climática e a COP 30: Ciência, vozes locais e combate à desinformação e o segundo trabalha sobre a Cobertura Climática e Cops: ferramentas, fontes e estratégias narrativas para jornalistas.

Os conteúdos estão disponíveis no modelo on demand, ou seja, com aulas gravadas e disponibilizadas na plataforma do Centro.  As aulas são sobre ciência climática, identificação e combate à desinformação e greenwashing, relações e negociações globais em comunidades e soluções locais, causas e impactos da mudança climática, ferramenta e bases de dados para investigar a crise climática, abordagem do jornalismo de soluções, linguagens e termos da COP, bem como o fortalecimento e credibilidade com checagem de fatos e fontes primárias.

Os dois cursos são gratuitos, necessitando apenas de inscrição para liberação das vídeo-aulas, que podem ser assistidas em inglês, português ou espanhol. As inscrições e aulas estão disponíveis na plataforma de cursos do Knight Center, neste link.

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Como a ditadura militar violentou a Amazônia

“Nestas margens do Xingu, o presidente dá início à construção da Transamazônica, numa arrancada histórica para a conquista e a colonização deste gigantesco mundo verde”.

A frase acima está inscrita em uma placa no toco de uma castanheira centenária, de 50 metros de altura, em Altamira, no Pará, derrubada para demarcar o início da “colonização” da Amazônia pela ditadura militar.

O ano era 1970. A placa foi inaugurada e aplaudida pelo então general ditador Emílio Garrastazu Médici, celebrando o marco da depredação do maior bioma do planeta.

O ditador Emílio Médici celebrou a “colonização” junto com o general João Batista Figueiredo, que foi presidente após Ernesgo Geisel

Assim, o toco da castanheira passou a ser conhecido como “o pau do presidente”.

Iniciava-se ali BR-230, conhecida como Transamazônica, obra até hoje sem conclusão.

A estrada era parte do Plano Nacional de Integração (PIN), criado pela ditadura militar sob o lema “integrar para não entregar”, no contexto da doutrina de segurança nacional.

Os militares prometiam ocupar a Amazônia para proteger o território de supostas ameaças estrangeiras, emoldurando o discurso nacionalista.

O então ministro do Interior, Mario Andreazza, comemorou o tombo da castanheira junto ao general ditador e futuro presidente João Batista Figueiredo

Durante a construção da estrada, milhares de indígenas foram dizimados.

De lá para cá, o território amazônico, sob os auspícios dos ditadores, foi invadido, violado e depredado por madeireiros, latifundiários e grandes projetos de mineração.

Esse foi o resultado da colonização predatória de um dos maiores patrimônios do Brasil.

É sempre importante lembrar: tudo começou com os militares!

E os seus descendentes da exrema direita estão vivos e agindo. Um deles, Paulo Figueiredo, neto do presidente João Batista Figueiredo, é um dos principais ativistas do bolsonarismo e defende a volta da ditadura militar no Brasil.